O Estadão pediu manifestação do parlamentar sobre as diligências, o que não havia ocorrido até a publicação deste texto. O espaço segue aberto.
Foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão no estado, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal.
A ação é um desdobramento da Operação Pedágio, deflagrada em junho de 2019, ocasião em que foram apreendidos veículos e valores em espécie em poder dos investigados.
A BR-156 é uma rodovia com 822 km, conectando Laranjal do Jari ao Oiapoque, na fronteira com a Guiana Francesa, sendo crucial para o fim do isolamento terrestre do estado.
Os fatos investigados, em tese, podem configurar os crimes de organização criminosa, corrupção e fraude em licitações.
Primeira fase
Durante a primeira fase da Operação Pedágio, foram expedidos dois mandados de prisão contra Fábio Vilarinho, então ex-superintendente do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), e contra Odnaldo de Jesus Oliveira, que ocupava o cargo à época.
Investigações da Polícia Federal apontam um cenário de corrupção sistêmica envolvendo contratos do DNIT, com desvios milionários, frequentemente impulsionados por emendas parlamentares e fraudes em licitações. O esquema envolve empresas de fachada, cartelização e obras de má qualidade.
O Estadão pediu manifestação do DNIT e do governo do Amapá sobre as investigações, o que também não havia ocorrido até a publicação deste texto. O espaço segue aberto.
(Com Agência Estado)
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