Ao todo, foram cumpridos 19 mandados, entre prisões e buscas, executados em endereços de Guarujá, São Vicente, Praia Grande e Cubatão, na Baixada Santista, em São Paulo, além de Florianópolis, em Santa Catarina. As ordens foram cumpridas pela Rota, pelo 3.º Batalhão de Choque, pelo Canil e pelo COE.
Até o momento da publicação desta matéria, três investigados tinham sido presos. Outro alvo, identificado como José Armerindo, o "Piu" do PCC, morreu após entrar em confronto com policiais militares durante o cumprimento das medidas judiciais. Os três demais investigados ainda não foram localizados e são considerados foragidos.
As medidas foram cumpridas em endereços residenciais dos suspeitos, empresas relacionadas ao lastro financeiro do PCC e no imóvel que, segundo a apuração, teria sido usado para manter o advogado em cativeiro.
Segundo os investigadores, o caso teve início a partir de uma ação cível de dissolução de sociedade entre duas pessoas, uma delas apontada como suposto integrante do PCC.
Insatisfeito com o advogado que representava a outra parte no processo, o faccionado teria determinado, há cerca de três meses, o sequestro do profissional. O advogado foi levado para um cativeiro na Vila Esperança, em Cubatão, onde teria sido submetido a tortura e coação.
Os alvos da operação são investigados por participação no crime. Segundo a apuração, eles teriam atuado de diferentes formas, seja presencialmente, por chamadas de vídeo ou no fornecimento de algum tipo de apoio para a execução do sequestro.
(Com Agência Estado)
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