Segundo dados registrados no DivulgaCandContas, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre e Pedro destinaram R$ 500 mil cada à candidatura de Ciro. Até a noite dessa terça-feira, 25, as duas transferências eram as únicas doações de pessoas físicas declaradas pela campanha do ex-governador.
Em 2022, cada irmão doou R$ 750 mil a Elmano, totalizando R$ 1,5 milhão para a campanha do petista. Eles também destinaram R$ 1 milhão cada à candidatura de Camilo Santana (PT) ao Senado. Naquele pleito, entretanto, os empresários distribuíram recursos entre diferentes campos políticos e também financiaram Jair Bolsonaro (PL) e Capitão Wagner, então candidato do União Brasil ao governo cearense.
Neste ano, Elmano recebeu R$ 1 milhão de empresários ligados ao Grupo Aço Cearense. Rose Marie Matos Ferreira doou R$ 600 mil, enquanto Wander Jean Matos Ferreira destinou R$ 400 mil à campanha do governador. Ao todo, o petista havia declarado R$ 1,208 milhão em receitas, das quais R$ 1,108 milhão provenientes de pessoas físicas.
Ciro e Elmano concentram a disputa pelo governo do Ceará. Pesquisa Ipsos-Ipec divulgada em 20 de agosto mostrou o tucano com 43% das intenções de voto, ante 35% do petista. Em eventual segundo turno, Ciro marcou 50%, e Elmano, 41%.
(Com Agência Estado)
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