O governo anunciou o ajuizamento da ação em entrevista coletiva de imprensa realizada nesta quarta-feira, 26. Participaram os ministros da Justiça, Wellington César Lima e Silva, e da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias, entre outras autoridades do Executivo.
A medida foi tomada após a plataforma transmitir, em julho, a morte de uma adolescente de 13 anos que teria sido induzida à automutilação por usuários. O governo diz ter identificado que a plataforma, mesmo após cobranças, continua apresentando falhas na verificação de idade e na prevenção de riscos.
Em 12 de agosto, a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) já suspendeu temporariamente as transmissões ao vivo na plataforma. A decisão continua válida.
(Com Agência Estado)
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