Ao participar do Fórum Brasileiro de Líderes em Energia, no Rio de Janeiro, Kassab pontuou que o avanço das redes sociais mudou a forma de se fazer campanha, não demandando mais um "palanque físico" para se chegar ao eleitor. No entanto, no Rio, a estratégia será focada no "corpo a corpo".
"No Rio de Janeiro, haverá, sim, um comitê muito forte, onde estará lá Eduardo Paes, governador, Ronaldo Caiado, presidente", declarou a jornalistas.
A disputa eleitoral no Rio de Janeiro em 2026 se desenha num cenário considerado "peculiar" na visão do PSD, tanto pelo peso da capital na definição do voto no Estado e quanto pela possibilidade de uma solução institucional que leve a um mandato tampão até dezembro.
O Supremo Tribunal Federal (STF) retomou hoje o julgamento das ações que discutem como será a escolha do novo governador após a renúncia e a cassação do mandato de Cláudio Castro (PL).
"Se for concorrer, terá todo o nosso apoio. A decisão é dele Eduardo Paes", esclareceu. "Paes é um nome muito competitivo, com projeção estadual a partir da capital. O Estado merece um governador experiente e sem acusações pessoais de corrupção", acrescentou.
No cenário nacional, o presidente da sigla disse que havia pressa para definir o candidato para atender aos eleitores que não se identificam nem com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nem com Jair Bolsonaro e que agora será feito o trabalho "sem pressa" para a definição do vice. "Caiado começou a campanha há uma semana, com manifestações de apoio pelo país. Eu acredito, sim, que ele possa estar chegando perto dos 15% em breve", finalizou.
(Com Agência Estado)
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