Nas imagens, gradis fazem uma contenção em parte do local com uma placa indicando os valores do serviço:
R$ 20 pela primeira hora, com acréscimo de R$ 10 a cada hora adicional. O Estadão busca contato com a concessionária, o espaço segue aberto.
Ao denunciar a ação, Bonduki classificou o caso como uma apropriação de espaço público para lucro privado. Segundo ele, o modelo aplicado no Anhangabaú restringe o acesso da população e "distorce completamente a função do espaço público", alertando que casos similares em outras concessões na cidade.
A Secretaria Municipal das Subprefeituras informou que notificou a Viva o Vale por infração contratual, apreendendo gradis, guarda-sóis e demais equipamentos usados no estacionamento. A pasta destacou que a operação foi encerrada imediatamente por não ter as licenças necessárias e por violar cláusulas do contrato de concessão.
(Com Agência Estado)
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