Segunda-feira, 03 de Agosto de 2026
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

00:00:00

image
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png

00:00:00

image
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

Brasil Segunda-feira, 03 de Agosto de 2026, 13:30 - A | A

facebook instagram twitter youtube whatsapp

Segunda-feira, 03 de Agosto de 2026, 13h:30 - A | A

Investigação sigilosa contra grupo que desviou R$ 45 milhões de clientes da Caixa foi vazada

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

Uma operação contra uma quadrilha investigada por desviar cerca de R$ 45 milhões de clientes da Caixa Econômica Federal foi vazada aos suspeitos cerca de um mês antes.

Os investigados tiveram acesso antecipado ao documento sigiloso da Justiça Federal que autorizava a ação. Eles apagaram provas e esconderam parte dos valores ilícitos em um paraíso fiscal. A informação foi divulgada pelo Fantástico no domingo, 2.

Questionado pelo Estadão, o Tribunal Regional Federal da 2ª Região, do Rio de Janeiro, informou ter afastado os servidores apontados na investigação. Segundo a Corte, eles estão "sem qualquer acesso aos sistemas judiciais e administrativos do órgão". Um inquérito sob sigilo apura o caso.

A quadrilha invadia contas e desviava o dinheiro de beneficiários do FGTS e do auxílio emergencial. A investigação da Polícia Federal começou em 2025.

Segundo a PF, o grupo era formado por dois núcleos. O chefe do grupo era Jader Henrique Areas de Almeida, que ficava no Rio de Janeiro. Já o casal Matheus Casado Natário e Isabely Alves de Sousa, em São Paulo, obtinha os dados das vítimas. O operador financeiro era Enzo Grillo Filho.

O Estadão não conseguiu contato com a defesa deles.

"Que zica, hein... Blindar o patrimônio", escreveu Almeida em mensagem aos outros integrantes ao receber a decisão vazada que autorizava a operação contra o grupo.

Ainda de acordo com a PF, a decisão foi vazada pelo servidor da Justiça Federal Jackson Cozendey em troca de pagamentos. Ao Fantástico, a defesa do servidor negou.

Em um áudio encontrado pela PF e revelado pelo programa, Jader defende executar o delegado responsável pela investigação. "É um delegadozinho novo lá que tá botando os inquéritos tudo pra fora... O cara é xerife até um certo ponto. Manda matar."

(Com Agência Estado)

Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.

Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.

Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM  e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.

Comente esta notícia

Algo errado nesta matéria ?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros