"Por favor, moço, por favor, por favor, pelo amor de Deus, eu só tenho esse telefone. Moço, por favor", diz a menina.
Após o roubo ganhar repercussão, páginas e perfis nas redes sociais passaram a compartilhar uma imagem do rosto do suspeito e informações do carro utilizado no assalto. A "caça ao ladrão" chegou à família dele. Um homem que se apresenta como dono do carro utilizado no assalto registrou um boletim de ocorrência informando que não era o suspeito.
De acordo com a Polícia Civil, vendo o cerco se fechar, após diversas diligências em endereços ligados a ele, sua família o levou à 59ª DP (Duque de Caxias).
A dinâmica do crime
A estudante mexia no celular no momento quando é abordada pelo criminoso, que chega ao local em um carro branco. Ela tenta segurar o aparelho, mas é agredida no pescoço pelo criminoso.
Após roubar o celular da estudante, o criminoso deixa a menina e vai embora com o telefone. Ao analisar imagens de câmeras próximas ao local, os policiais identificaram o rapaz.
"Ainda durante as investigações, foram divulgadas imagens de um homem inocente, que teria sido apontado como autor do crime. Os agentes logo identificaram que se tratavam de fotos modificadas por inteligência artificial. Em diligências para capturar o verdadeiro criminoso, as equipes realizaram diversas ações de monitoramento e buscas em endereços próximos a ele", afirmou a Polícia Civil.
(Com Agência Estado)
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