Segunda-feira, 01 de Junho de 2026
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

00:00:00

image
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png

00:00:00

image
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

Brasil Segunda-feira, 01 de Junho de 2026, 13:00 - A | A

facebook instagram twitter youtube whatsapp

Segunda-feira, 01 de Junho de 2026, 13h:00 - A | A

Caso Henry Borel: julgamento é o mais longo do Rio dos últimos 18 anos

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

O julgamento do ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Jairinho, e de Monique Medeiros, acusados pela morte do menino Henry Borel, de 4 anos, entra na fase final nesta segunda-feira, 1º, com os depoimentos das últimas três de 27 testemunhas do caso.

O julgamento de Jairo e Monique já é o mais longo do Rio de Janeiro em 18 anos, desde que as regras do Tribunal do Júri foram alteradas em 2008. O caso supera o da ex-deputada Flordelis, condenada a 50 anos pela morte do marido, o pastor Anderson do Carmo.

Os jurados ouvem nesta segunda o perito Leonardo Huber Tauil, do Instituto Médico-Legal, responsável por assinar os laudos de necrópsia e os laudos complementares sobre as lesões encontradas em Henry, o médico Jefferson Evangelista Corrêa, e o psiquiatra Hewdy Lobo Ribeiro.

Durante o primeiro depoimento, de Huber Tauil, Monique deixou o plenário no momento em que fotos do corpo de Henry foram mostradas aos juradas. Ela deixou a sala por volta das 11h25.

Os depoimentos foram pedidos pela defesa de Jairinho. Após as últimas três oitivas, o Ministério Público terá duas horas e meia para fazer a acusação. As defesas falam em seguida, com até duas horas e meia para cada.

Depois, pode haver réplica da acusação, com até duas horas de duração, e a tréplica das defesas, em até duas horas. A previsão é que o julgamento se encerra nesta semana.

Nesta segunda, uma carreata com pedidos de Justiça saiu do edifício Majestic, na Barra da Tijuca, zona sudoeste do Rio, onde o crime teria ocorrido, em direção à sede do Tribunal de Justiça, onde o julgamento do caso entrou em seu oitava dia.

Babá diz que Monique orientou que ela apagasse mensagens

No domingo, 31, a babá de Henry, Thayná de Oliveira Ferreira, afirmou que foi orientada por Monique a apagar mensagens e omitir informações após a morte da criança.

Segundo Thayná, ela trabalhou por cerca de um mês na casa onde Henry morava com a mãe e Jairinho, entre janeiro e março de 2021.

Durante o depoimento, Thayná afirmou ter presenciado ao menos três episódios em que Jairinho levou Henry para um quarto, permaneceu sozinho com ele por algum tempo e, depois, a criança reclamou de dores.

(Com Agência Estado)

Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.

Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.

Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM  e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.

Comente esta notícia

Algo errado nesta matéria ?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros