"Estamos dando celeridade. A gestão anterior não estava priorizando essa CPI (do Master)", afirmou. "Quem tentou colocar água na CPI do banco Master foi o partido do Eduardo Paes."
O deputado disse que um levantamento feito na gestão atual verificou que havia 14 requerimentos de CPI engavetados. "Estabelecemos a ordem cronológica (dos requerimentos) e estou chamando todos os presidentes de CPIs em andamento, colocando prazos para que se encerrem as discussões, para que a gente possa dar andamento nessas outras CPIs que já estão protocoladas na Casa para esclarecer."
Ruas está envolvido num imbróglio relacionado à sucessão no governo estadual desde que a cadeira ficou vazia, com a renúncia de Claudio Castro. Na última sexta-feira, 29, o ministro Luiz Fux, do STF, rejeitou um pedido de Ruas, que alegava ter direito a assumir o cargo por estar na linha sucessória estadual.
Com a decisão, o presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Ricardo Couto de Castro, permanece à frente do Executivo fluminense até que o plenário do STF conclua o julgamento sobre a sucessão no estado.
"Desde o início de todo esse embrulho jurídico, nós temos defendido que sejam realizadas eleições para que a gente tenha um governador legitimamente eleito pelo povo, com eleições diretas", disse o deputado.
Ruas participa de evento do Projeto Prisma-RJ - Projeto de Integração, Sustentabilidade e Desenvolvimento em Mobilidade no Rio de Janeiro -, iniciativa que reúne estudos técnicos voltados à futura implantação da Linha 3 do Metrô. Executado pelo Programa de Engenharia de Transportes da Coppe/UFRJ, o projeto prevê a conexão entre Niterói, São Gonçalo e Itaboraí, integrada à cidade do Rio de Janeiro e aos demais sistemas metropolitanos de transporte.
(Com Agência Estado)
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