A medida busca cumprir os termos da Resolução 4.688/2018 do Conselho Monetário Nacional (CMN).
O objetivo é ampliar o conhecimento da sociedade sobre o funcionamento do FGC, incluindo quais produtos contam com a garantia, os limites de cobertura e as situações em que o pagamento podem acontecer, de acordo com a nota.
O tema ganhou ainda mais urgência ao longo dos últimos meses, em meio aos efeitos da liquidação do Banco Master, que deixou um rombo de mais de R$ 50 bilhões no Fundo.
O caso levou o Conselho Monetário Nacional (CMN) a endurecer as condições de uso do FGC pelas instituições, com normas focadas na qualidade dos ativos aplicados dos recursos captados pelas associadas. Agora, o setor também discute regras para ampliar a responsabilização das plataformas que distribuem os títulos.
No comunicado, o FGC reforça ainda que não oferece crédito ou empréstimos a pessoas físicas. "Dessa forma, qualquer abordagem em nome do Fundo oferecendo recursos, antecipações ou empréstimos deve ser considerada uma tentativa de golpe", alerta.
(Com Agência Estado)
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