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Brasil Quinta-feira, 23 de Abril de 2026, 16:44 - A | A

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Quinta-feira, 23 de Abril de 2026, 16h:44 - A | A

SUCESSÃO NO RJ

Alerj pede ao STF que Douglas Ruas assuma governo do Rio no lugar do presidente do TJ

Casa argumenta que permanência de Ricardo Couto no cargo só se justificava pela ausência de presidente do Legislativo; caso está suspenso por pedido de vista de Flávio Dino

CONTEÚDO O GLOBO

A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o deputado estadual Douglas Ruas (PL), recém-eleito presidente da Casa, assuma o cargo de governador em exercício do estado. A manifestação foi enviada ao ministro Luiz Fux, relator da ação que discute as regras para a eleição indireta no Rio.

No documento, a Procuradoria-Geral da Alerj argumenta que a permanência do presidente do Tribunal de Justiça, Ricardo Couto, à frente do Executivo fluminense só se justificava pela ausência de um presidente do Legislativo — terceiro na linha sucessória estadual.

Couto assumiu o governo após a renúncia de Cláudio Castro, que deixou o cargo para concorrer ao Senado. O vice-governador, Thiago Pampolha, já havia renunciado em 2025 para tomar posse no Tribunal de Contas do Estado (TCE). O cargo de presidente da Alerj, por sua vez, estava vago desde o afastamento do deputado Rodrigo Bacellar, investigado por suspeita de obstrução de Justiça.

Com a eleição de Douglas Ruas em 9 de abril, a Procuradoria sustenta que o "entrave" foi superado e que a Constituição estadual "impõe o retorno imediato à ordem sucessória normal". "Se a permanência do presidente do TJ se legitimava enquanto inexistente o primeiro sucessor constitucional, a recomposição válida da Presidência da Alerj faz cessar a causa impeditiva", diz o texto.

A Alerj também aponta "inequívoca violação à isonomia" em relação ao Amazonas, onde o presidente da Assembleia Legislativa local assumiu interinamente o governo em situação semelhante de dupla vacância.

Decisão suspensa

A discussão sobre as eleições no Rio está paralisada desde um pedido de vista do ministro Flávio Dino. Ele sinalizou que devolverá o caso para julgamento assim que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) publicar o acórdão da condenação de Cláudio Castro. Há a possibilidade de o julgamento no STF só ser concluído após a posse de Jorge Messias, indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva a uma vaga na Corte.

Em nota, Douglas Ruas afirmou que o pedido foi apresentado após diálogo com a Procuradoria da Alerj e tem como objetivo "garantir que o Supremo tenha ciência de todos os fatos atualizados que possam contribuir para suas futuras decisões".

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