O texto foi aprovado pelo Senado argentino na semana passada e está previsto para começar a ser apreciado pela Câmara.
A principal central sindical do país considera as mudanças propostas pelo governo um retrocesso. A reforma propõe "modernizar as relações de trabalho" e reduzir o poder dos sindicatos e os custos trabalhistas. A fim de garantir os 37 votos necessários para sua aprovação no Senado, o governo - que conta com 20 senadores próprios - concordou em modificar alguns artigos a pedido da oposição.
Os principais sindicatos do transporte de passageiros aderiram inicialmente ao protesto: 255 voos foram cancelados, afetando 31 mil passageiros, segundo a companhia aérea Aerolíneas Argentinas. Trabalhadores portuários também participam da paralisação.
O ato acontece num momento de declínio da atividade industrial. Nos últimos dois anos, segundo fontes sindicais, mais de 21 mil empresas fecharam as portas; a crise também se estende ao encerramento de cerca de 300 mil postos de trabalho.
(Com Agência Estado)
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.

