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Artigos Quarta-feira, 12 de Março de 2014, 09:52 - A | A

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Quarta-feira, 12 de Março de 2014, 09h:52 - A | A

O jogo vai começar

Quem quiser disputar para valer deve aquecer os tambores e ir à luta. Caso contrário, já iniciarão derrotados ou terão que rasgar a carteira para fazer suas articulações

JOÃO EDISOM



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O ano político de 2014 vai começar tarde em função de diversos fatores, dentre eles o tardio carnaval e a aproximação da Copa do Mundo. Nos estados que irão sediar jogos tudo fica mais difícil, principalmente onde os “candidatos” a candidatos ao governo não assumem as pré-candidaturas e nem saem do muro.


Em Mato Grosso o processo está muito atrasado. Os partidos políticos com estrutura econômica e viabilidade eleitoral estão resolvendo pendengas internas e as discussões suprapartidárias estão cheias de melindres para que o arco de alianças se torne coeso e forte.

Há ainda muitos partidos cujas lideranças estão avaliando possíveis ganhos e perdas, já que o quadro para as eleições proporcionais poderão ser o alvo mais fácil de poder. Uma coligação errada, ou fracassada, poderá levar uma sigla partidária ao aniquilamento.

Outro fator decisivo são as velhas lideranças que buscam tirar proveito eleitoral dos acordos e, neste momento, tudo está indefinido sobre o futuro político do governo Silval Barbosa. Que peso terá nesta eleição? O governo que mais iniciou obras no estado, abrindo várias frentes de trabalho, mas que pela lentidão e qualidade daquilo que tem feito até agora conseguiu apenas atrair a impaciência e a desconfiança do eleitorado mato-grossense. Mas em outubro como estará seu governo? Velhas raposas não tem esta resposta.

As lideranças de maior densidade eleitoral estarão fora do páreo. Como vão se comportar seus ex-eleitores? São mais de 400 mil votos a deriva, em busca de um novo porto para ancorar. Haverá transferência de votos? E os possíveis movimentos durante a Copa do Mundo apontarão para qual discurso? São incógnitas que só se resolverão no calor da batalha.

Por estas e outras que o tempo urge, não dá mais para esperar. O carnaval acabou e precisam formar os times e aquecer a equipe. Quem deixar para última hora correrá o risco de não participar da disputa. O tempo é curto e quem quiser ser candidato terá que colocar agora seu nome em evidência. Em anos como este há uma tendência do eleitor definir seu candidato preferido bem antes da campanha. Portanto, quem deixar para o último momento poderá não ter tempo hábil para viabilizar uma boa campanha.

A própria Copa vai empurrar a campanha para dentro dela mesma, já que as convenções irão ocorrer no meio da disputa do mundial de futebol, que termina em meados de julho, mas com muito rescaldo para ocupar o noticiário até o final do mês. A política em si terá apenas agosto e setembro, principalmente para o legislativo que não possui segundo turno. Deixar a campanha para o período oficial é um grande risco.

Isso significa que quem realmente quer entrar no páreo terá que “se mexer” agora, pois o retardamento só favorece quem estiver dentro da máquina. Quem já é conhecido por ter mandato ou por ocupar cargos de alta exposição pública.
Outro fator a ser considerado para iniciar agora a pré-campanha é que em junho e julho poderão ocorrer vários tipos de movimentos de ruas ou manifestações de categorias e instituições. Quem vir no pós-movimento poderá ser taxado de oportunista. Por isso é melhor antecipar candidatura do que retardar suas campanhas, pois a partir de julho é campanha e uma disputa sem pré-campanha está fadada ao fracasso.

Então, quem quiser disputar para valer deve aquecer os tambores e ir à luta. Caso contrário, já iniciarão derrotados ou terão que rasgar a carteira para fazer suas articulações. Daqui uns 20 ou 30 dias os vereadores e os prefeitos, grandes articuladores de campanha em seus municípios, já estarão apalavrados com quem sair na frente. Disputar voto a voto sozinho e no grito nunca elegeu ninguém. Quem sair primeiro terá mais chance.


*JOÃO EDISOM DE SOUZA é Analista Político, Professor Universitário em Mato Grosso e colaborador de HiperNotícias.

Os artigos assinados são de responsabilidade dos autores e não refletem necessariamente a opinião do site de notícias www.hnt.com.br

 

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Carlos Nunes 13/03/2014

Nós, os eleitores não devemos precipitar em nada, mas sim aguardar a época da eleição. Prá Quem nós vamos dar EMPREGO de presidente da república, governador, senador, deputados federal e estadual? Esse PŔÁ QUEM é que o X da questão. O maior problema brasileiro é a Corrupção e a Impunidade, e HOJE o melhor candidato a presidente da república seria o Doutor Joaquim Barbosa, eu votaria nele se fosse candidato; mas, como ele não vai ser candidato, teremos que procurar uma pessoa que seja pelo menos parecida como ele. Ontem o Jornal Nacional deu uma notícia bombástica: que a FIFA provavelmente não faça do discurso de abertura da Copa, com medo das vaias e protestos; e a presidenta também não vai fazer. A única coisa que vão dizer é..."está aberta a Copa 2014" - o circo passageiro mais caro do mundo, que foi montado com o dinheiro público que deveria ter ido, principalmente para a Saúde, aonde idosos, crianças, já morreram a beça por falta de vagas na UTI e outras coisas mais.

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