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Artigos Sexta-feira, 13 de Maio de 2016, 10:54 - A | A

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Sexta-feira, 13 de Maio de 2016, 10h:54 - A | A

Estagflação

O Brasil como um velho navio alquebrado, sem porto para ancorar, vive na tormenta de um oceano tempestuoso e ciclicamente à deriva, quase afundando sua popa

PEDRO FELIX

Arquivo pessoal

Pedro Felix

 

Novo governo, velhos políticos, práticas antigas e um Brasil precisando sair do atoleiro que eles criaram e nós, bem..., sofrendo as consequências. Onde está a mudança? Apenas nos nomes dos ocupantes dos ministérios, secretarias, departamentos, coordenadorias e núcleos de poder.

 

 A paródia na lei de Lavoisier é que na política nada se cria, tudo se copia. Criam-se cópias imperfeitas de velhas práticas com ares de novidades, que se desfazem a cada minuto.

 

Mas a realidade, imperatriz dos discursos midiáticos, insiste em dizer o contrário e, o Brasil como um velho navio alquebrado, sem porto para ancorar, vive na tormenta de um oceano tempestuoso e ciclicamente à deriva, quase afundando sua popa.

 

Os mesmos ratos que estavam no comando sob a égide da pseudo esquerda, agora se aglutinam no olho de um furacão vendido por um mascate que oferece o milagre da “Ordem e Progresso” positivista e conservadora.

 

A tormenta continua, com ou sem os petistas. O balaio de gato da nova ordem, acertado nas madrugadas no Palácio do Jaburu, estavam no antigo establishment, rezavam na cartilha da Dilma, agora fazem parte do novo governo e, a propaganda global quer nos convencer que algo de bom virá deste redemoinho.

 

Pobres diabos encastelados em Brasília, vociferando contra um mal que eles mesmos criaram, mas como no livro “1984”, estão do lado do grande Irmão, o Big Brother, que no ministério da Justiça, da guerra, da verdade, pregam uma teoria com prática cento e oitenta por cento diferente.

 

Um exemplo está na economia onde foram deixados 100 bilhões de déficit na balança comercial, 11 milhões de desempregados, concordatas e fechamentos de empresas, rebaixamento do grau de confiança do Brasil no quadro internacional e, em crescimento o Brasil só ganha praticamente da Venezuela.

 

Vivemos a chamada Estagflação, que é o aumento da taxa de desemprego combinado com inflação constante.

 

O Congresso já está preparando e o remédio vai ser amargo na Previdência, na CLT, nos impostos, em arrocho para quem afinal das contas só trabalha, e quando pensamos que há uma luz no fim do túnel, vem do Planalto Central a carcomida notícia que devido a um problema técnico, não haverá dividendos ao povo, que é preciso sacrifício e paciência, pois não vai ser desta vez que o sol brilhará no cenário nacional.

 

Não podemos pagar o Pato, se não temos reposição não há por que pagarmos 16,5 por cento de aumento de água, 15 por cento de aumento de energia elétrica, de 12.5 por cento de aumento dos medicamentos, sem entrar no mérito dos estratosféricos aumentos dos alimentos nos supermercados.

 

Vamos ser golpeados pela foice do não aumento. Só há aumento para os que financiam as campanhas, ou seja, para os grandes empresários, quando chega na hora dos trabalhadores, bem..., tenham paciência, ou melhor esperança, ou seja esperem, esperem, esperam.

               

*PEDRO FELIX é historiador e escreve em Cuiabá 

 

   

Os artigos assinados são de responsabilidade dos autores e não refletem necessariamente a opinião do site de notícias www.hnt.com.br

 

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Carlos Nunes 13/05/2016

As propostas econômicas, do novo governo Temer, ventiladas hoje pelos telejornais...são as piores possíveis; só erro em cima de erro. Querem fazer reformas estruturais...prá que reformas estruturais agora? Só tem que resolver 2016 até 2018, quando vai assumir o novo presidente da república - as reformas estruturais só devem ser debatidas durante a nova campanha eleitoral, em 2018, aonde cada candidato vai dizer O QUE VAI FAZER, se for eleito. Agora, cabe ao governo Temer fazer só "o arroz com feijão". Não pode criar novos impostos, nem a CPMF, coisa alguma, pois a carga tributária já está lá em cima. Acho que o Temer, ao invés de ouvir só o Henrique Meirelles, devia consultar os maiores Economistas do Brasil (tem muitos), e pedir a colaboração de todos eles, para fazer uma plano emergencial 2016/2018, aonde o maior beneficiado deve ser O POVO BRASILEIRO; é necessário que Economistas mais criativos, mais patriotas, opinem, deem sua contribuição ao Brasil. Prá tudo tem jeito. Nada de mexer com Previdência, Direitos Trabalhistas, agora...isso tem que ser discutido à nível nacional. Se o Temer quiser aplicar um remédio muito forte, para corrigir a Economia Brasileira estruturalmente, não vai ter apoio da Câmara Federal nem do Senado, além da impopularidade. O culpado por essa crise toda foi o governo do PT (os mais de 13 anos)...políticas econômicas erradas, prioridades equivocadas, má gestão, além da roubalheira desenfreada, geraram essa crise toda.

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Julia 13/05/2016

Excelente! Pena que a maioria esmagadora da população brasileira, ainda acredita que alguma coisa vai melhorar neste país! Trocaram 6 por meia dúzia! Pobre povo!ah! ah! ah!

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2 comentários

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