Quarta-feira, 10 de Junho de 2026
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

00:00:00

image
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png

00:00:00

image
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

Artigos Quarta-feira, 10 de Junho de 2026, 10:15 - A | A

facebook instagram twitter youtube whatsapp

Quarta-feira, 10 de Junho de 2026, 10h:15 - A | A

EDSON DAHMER

A baixa produtividade custa muito caro

EDSON DAHMER

O título pode soar um pouco provocativo e insinuante, mas a verdade é que a baixa produtividade é algo que vem assolando o setor produtivo em nosso país. Não importa se falamos de pequenas empresas, grandes corporações ou mesmo iniciativas individuais: quando a produtividade é baixa, o custo é sempre elevado, e quem paga essa conta é toda a sociedade.

Pensemos na lógica de um investidor. Ao decidir aplicar seus recursos em um novo negócio ou projeto, sua primeira preocupação é o retorno. Não basta ter uma boa ideia, um conceito inovador ou um plano bem elaborado, o que realmente importa é a capacidade de transformar esse esforço em resultados concretos. O foco principal do investidor é o retorno gerado pela produtividade do empreendimento frente ao risco assumido, e a partir disso, vamos quantificar custos fixos e variáveis e todas as demais variáveis a serem consideradas.

É nesse ponto que se revela a essência da discussão: a alta produtividade é o fator preponderante do desenvolvimento social. Ela é capaz de multiplicar recursos, acelerar resultados e garantir que o investimento se torne sustentável e escalável. Quando a produtividade é elevada, o retorno aparece de forma clara e convincente. Quando é baixa, mesmo grandes ideias podem se perder em meio à ineficiência.

Portanto, defender a produtividade não é apenas uma questão de gestão empresarial, mas de sobrevivência econômica. Um país que não valoriza a eficiência em seus processos, que não busca constantemente melhorar a forma como produz, está condenado a perder competitividade e a ver seus investimentos se esvaírem. A baixa produtividade custa caro porque corrói o potencial de crescimento e mina a confiança de quem acredita no futuro.

Se quisermos avançar, precisamos colocar a produtividade no centro da discussão. O retorno ao risco é gerado pela eficiência que sustenta negócios, atrai investimentos e constrói prosperidade. A alta produtividade é, em última instância, o verdadeiro motor do desenvolvimento.

(*) EDSON DAHMER é Diretor regional do Senac em Mato Grosso. Atua na articulação entre educação profissional, desenvolvimento econômico e inovação para o setor do comércio de bens, serviços e turismo.

Os artigos assinados são de responsabilidade dos autores e não refletem necessariamente a opinião do site de notícias www.hnt.com.br

 

Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.

Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.

Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM  e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.

Comente esta notícia

Algo errado nesta matéria ?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros