"Bom filme, mas inferior aos sapatos brasileiros", brinca o letreiro da distribuidora Retrato Filmes. No começo de janeiro, o cineasta espanhol participou de um programa de TV e ironizou o engajamento de brasileiros na votação do Oscar.
"Eu gostei do filme brasileiro O Agente Secreto", pontuou Laxe. "Há muitos brasileiros na Academia e nós os adoramos, mas eles são ultranacionalistas. Acho que, se os brasileiros inscrevessem um sapato no Oscar, todos votariam nele", afirmou o diretor no programa La Revuelta.
Após a exibição, o trecho repercutiu nas redes sociais e gerou reação de internautas brasileiros, que passaram a comentar publicações relacionadas a Sirât, muitas delas em tom irônico ou crítico às declarações do diretor.
Após a repercussão negativa, Laxe pediu desculpas pelos comentários. "Acho que o contexto não foi entendido. Foi, em todo caso, uma piada um pouco ruim, não? Eu não daria mais importância", afirmou ao jornal espanhol Diário ABC.
Em Sirât, Laxe conta a história de um pai (Sergi López) e um filho (Bruno Núñez) em busca de Marina, filha e irmã que desapareceu após participar de uma rave no Marrocos. Após percorrerem as montanhas do deserto, os dois optam por seguir um grupo que está à procura de uma última festa. Aos poucos, a família e os amigos criam um laço genuíno de afeto. O deserto, no entanto, é traiçoeiro e guarda surpresas para os visitantes.
O longa espanhol chega aos cinemas brasileiros no dia 26 de fevereiro.
(Com Agência Estado)
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