A geração Z — nascida entre 1997 e o início de 2010 — segue seu próprio ritmo. Segundo uma pesquisa da EduBirdie com 2 mil pessoas, 67% dos jovens preferem uma noite de sono tranquila a fazer sexo.
Para a surpresa (ou não) de muitas pessoas, o estudo também revelou que 64% dos jovens priorizam manter um emprego estável, 59% estão focados no sucesso pessoal, metade dedica atenção a cultivar amizades saudáveis e 46% preferem passar um tempo sozinhos a ter relações sexuais.
Apesar disso, nem todos são “santinhos”: 37% da geração Z já experimentaram sexo, 29% já fizeram sexo em público e 23% trocam mensagens de conteúdo sexual no trabalho.
Uma pesquisa realizada pelo Instituto Kinsey, da Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, apontou que a geração Z transa menos que as outras. Para chegar a esses dados, foram ouvidas mais de 3.310 pessoas de 71 países diferentes, e com idades entre 18 e 75 anos.
Os entrevistados da geração Z disseram ter feito sexo três vezes no último mês, assim como os baby boomers. As gerações Y e X relataram números um pouco maiores, com ambos os grupos fazendo sexo cinco vezes no último mês.
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