O pré-candidato ao governo, senador Wellington Fagundes (PL), disse que lideranças partidárias continuam a assediar o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, para 'enterrar' a chapa própria da legenda ao Palácio Paiaguás. O senador afirmou que Valdemar foi procurado na última semana e ligou para Wellington para conversar sobre a possibilidade de composição em Mato Grosso. Fagundes voltou a fazer a defesa por uma candidatura própria do PL no estado, ignorando pressões externas de adversários.
Uma das tentativas de retirar Fagundes da disputa foi protagonizada pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), que condicionou o apoio do seu partido ao presidenciável, senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), à desistência de Wellington, conjectura que beneficiaria o governador e pré-candidato à reeleição, Otaviano Pivetta (Republicanos).
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"Eles queriam ganhar por W.O. Até a Copa do Mundo não se aceita ganhar por W.O. Vamos disputar a eleição, que seja W.F., mas não o W.O. Estão tentando acabar com candidaturas até agora", disse o senador na convenção estadual do PL nessa quarta-feira (22).
O pedido de Tarcísio a Valdemar foi noticiado pela Folha de S. Paulo. O presidente nacional do Republicanos, Marcos Pereira, também procurou Costa Neto com a mesma proposta.
"O Valdemar foi procurado muitas vezes para que o PL não tivesse candidato. Isso não sou eu que estou dizendo, está na imprensa nacional. A Folha de São Paulo colocou na semana passada", expôs Wellington.
O ex-governador Mauro Mendes (União Brasil) dialogou com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) antes de ser preso. Mauro, à época, era cotado para 'dobradinha' ao Senado na chapa do PL. O ex-governador, conforme apontado pelo PL, ventilou uma união da direita em MT com Otaviano como cabeça de chapa.
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