O presidente da Câmara de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que a chapa 1 tenha empenhado R$ 2,5 milhões para 'comprar' de votos e investir na campanha à recondução da Mesa Diretora. Wanderley desconversou sobre o 'tapetão' e atribuiu a vitória nesta quinta-feira (14) à articulação política. O emedebista foi reconduzido ao cargo por mais um biênio, permanecendo no cargo até 2028, ano de eleições municipais.
"Deus quis assim", disparou o presidente.
Mas a votação foi apertada e o resultado foi definido voto a voto. A confirmação de que Wanderley foi vitorioso ocorreu por apenas um voto de diferença. O placar final foi de 12 a 11. O único oponente de Cerqueira foi Lucas Chapéu do Sol (PL), base da prefeita Flávia Moretti.
LEIA MAIS: Em sessão lotada, Wanderley é reeleito presidente da Câmara de VG; veja vídeo
Ao ser pressionado pela imprensa sobre a denúncia de suposta 'compra' de votos, Wanderley ironizou e disse ter menos de R$ 5,00 em sua conta bancária. "Na minha conta do Sicredi tem apenas R$ 4,54", declarou.
ELEIÇÃO QUASE 'MIOU'
A votação da Mesa Diretora de VG foi judicializada e chegou a ser suspensa após Lucas Chapéu do Sol impetrar pedido de mandado de segurança. O vereador justificou que o pleito era promovido de forma antecipada e destacou que a legislação estabelece a votação para a primeira semana de outubro do fim de cada biênio. Chapéu do Sol exigiu o cancelamento e a liminar foi concedida.
Wanderley recorreu da decisão e na noite dessa quinta-feira (13) a desembargadora plantonista do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, Vandymara G.R. Paiva Zanolo, reformou o deferimento.
LEIA MAIS: Flávia Moretti comparece à Deccor para registrar denúncia contra Wanderley; veja vídeo
VEJA VÍDEO
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.








