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Política Terça-feira, 05 de Maio de 2026, 11:10 - A | A

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Terça-feira, 05 de Maio de 2026, 11h:10 - A | A

"TE ELIMINO"

Vereadora ameaça colegas no WhatsApp e acaba suspensa de Câmara em MT

Decisão aprovada por 5 votos a 2 pune parlamentar por mensagens em grupo institucional; relator aponta falta de provas em denúncias sobre gratificações e uso de termos agressivos

BIANCA MORTELARO
Da redação

A vereadora Vera Lúcia (MDB) teve o exercício do mandato suspenso por 15 dias após ser alvo de um processo administrativo disciplinar na Câmara Municipal de Nova Monte Verde (945 km de Cuiabá), motivado por mensagens que, segundo a representação, extrapolavam os limites do debate parlamentar e configuravam quebra de decoro. A decisão foi aprovada com cinco votos favoráveis e dois contrários.

Conforme relataram os parlamentares durante a Sessão Ordinária realizada nesta segunda-feira (4), o conteúdo das mensagens enviadas pela vereadora em um grupo institucional envolvia questionamentos sobre a atuação e a remuneração de outros vereadores.

Vera teria indagado sobre quem seriam os próximos candidatos à presidência da Câmara que receberiam um valor adicional de R$ 1.600 e a quantidade de diárias que poderiam ser gastas. Além disso, o relator José Alves da Silva (PSDB) destacou o uso de uma expressão específica que motivou a quebra de decoro: "cala a sua boca, senão eu te elimino".

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Durante a discussão, foi esclarecido que o valor de R$ 1.600 refere-se a um complemento aprovado em uma legislatura anterior. Sobre as diárias, foi pontuado que o direito ao recebimento é igual para todos os vereadores, sendo necessário apenas apresentar uma justificativa de agenda política.

O relator e outros parlamentares destacaram que a vereadora não apresentou provas concretas sobre o uso indevido de recursos públicos ou irregularidades nas diárias, limitando-se a fazer insinuações que, segundo eles, desqualificavam o trabalho dos colegas e feriam o decoro parlamentar.

Respaldada pelo Projeto de Resolução nº 01/2026, a penalidade foi apresentada após denúncia e acompanhada de parecer favorável da Comissão de Ética e Decoro Parlamentar.

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