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Política Quinta-feira, 19 de Fevereiro de 2026, 15:22 - A | A

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Quinta-feira, 19 de Fevereiro de 2026, 15h:22 - A | A

DESMONTOU ARGUMENTO

Vereador diz que vítima de assédio sexual quer depor contra ex-secretário na Câmara

Monteiro contou ainda que a vítima pediu abertura de CPI, o que desmonta argumento de 'proteção' feita pela base do prefeito.

ALINE COÊLHO
DA REDAÇÃO

O vereador Daniel Monteiro (Republicanos) afirmou que a ex-servidora da Prefeitura de Cuiabá que acusa o ex-secretário de Trabalho Willian Leite (PL) de assédio sexual deseja depor na Câmara Municipal e defende a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar o caso. 

Segundo disse o parlamentar, durante sessão remota realizada nesta quinta-feira (19), a mulher, que está grávida, enviou um áudio solicitando que o conteúdo fosse reproduzido em plenário. Daniel optou por não divulgar o material publicamente, afirmando que irá apresentar o áudio individualmente aos vereadores.

“Ela pediu que nós instalássemos [a CPI], e ela quer investigação”, declarou Monteiro durante a sessão. Assista ao final.

EMBATE SOBRE INSTALAÇÃO DE CPI

Daniel defende que, além da Comissão Especial já instaurada para acompanhar as investigações conduzidas pela Polícia Civil de Mato Grosso, seja criada uma CPI específica para apurar os fatos narrados pela ex-servidora.

A declaração do vereador contraria o argumento da base do prefeito Abilio Brunini (PL), especialmente da Mesa Diretora da Câmara, que aprovou na última sessão ordinária a criação de uma Comissão Especial sob a justificativa de evitar a exposição da suposta vítima.

Na semana passada, Daniel Monteiro já havia protocolado pedido de abertura de CPI para investigar o suposto caso de assédio e possíveis atos de improbidade administrativa atribuídos a Willian Leite. No entanto, o requerimento ainda não alcançou o número mínimo de assinaturas necessárias para tramitação.

O cenário se tornou ainda mais complexo após a instauração de diversas outras investigações na Casa, cerca de dois dias depois de a denúncia contra Leite vir a público. Pelo regimento interno, apenas cinco CPIs podem funcionar simultaneamente.

Diante da limitação regimental, a vereadora Maria Avallone (PSDB), que também buscava assinaturas para a CPI contra o ex-secretário, protocolou um requerimento propondo alteração no regimento interno para ampliar de cinco para seis o número máximo de CPIs em andamento na Câmara.

LEIA MAIS: Base de Abilio aprova Comissão Especial para "evitar exposição" de suposta vítima 

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