O deputado Eduardo Botelho (MDB) teceu duras críticas ao senador e pré-candidato ao Governo do Estado Wellington Fagundes (PL) e ao prefeito de Cuiabá Abilio Brunini (PL). Em entrevista ao programa Opinião, da TV Pantanal, Botelho afirmou que Fagundes estaria “ajoelhando” aos pés de Abilio em troca de apoio à sua candidatura ao cargo de governador.
Diante do posicionamento neutro de Brunini, quando questionado à quem direcionaria seu apoio para as eleições de 2026, Fagundes protagonizou a fala “Querem que eu fique de joelho e peça apoio dele?”, aos risos durante coletiva no início de março. Para Botelho, o senador interpretou um ato vexatório que expõe o parlamentar de forma negativa no cenário político estadual.
“O Wellington Fagundes fez um ato vergonhoso, né? Até falando de ajoelhar no pé dele, né? Pelo amor de Deus, né Wellington? Carrega um prefeito desse que tá fazendo administração pífia desse querer ajoelhar no pé dele, vai ajoelhar no pé do santo, no pé de outra coisa aí”, declarou.
O deputado também avaliou o peso político de Brunini, destacando sua forte presença nas redes sociais e influência junto a setores específicos do eleitorado, o que o tornaria um aliado cobiçado em disputas eleitorais.
“Mas ele é um fenômeno de rede social, ele é um cara que fala com a bolha muito forte da direita, então ele é cobiçado por isso. O Otaviano tá andando com ele em Cuiabá, eu vejo até como positivo pro Otaviano, que ele não é muito conhecido, né? Andar com o Abilio, eu acho até que é bom pra ele. Então, eu vejo que é essa a disputa”.
Apesar de reconhecer o alcance político do prefeito, Botelho fez duras críticas à gestão municipal, apontando problemas em áreas como infraestrutura urbana e saúde pública.
“Ele não tem resultado nenhum. Andando em Cuiabá, conversa com o cuiabano, conversa com quem vai na saúde, conversa com quem vai nos bairros que estão aí. Tudo cheio de lama, de poeira, cidades sujas, cidades sem limpeza, as praças que não foram arrumadas, o centro de Cuiabá que está totalmente abandonado, a saúde que é um caos. Então é isso, resultado zero. Agora, rede social, gigante, é o cara”, concluiu.
As declarações evidenciam o acirramento das articulações políticas no estado, onde alianças, influência digital e avaliações de gestão pública começam a desenhar o cenário pré-eleitoral para 2026.
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