O prefeito em exercício de Cuiabá, José Roberto Stopa (PV), avaliou como “absurdo” manter obrigatório o uso da máscara em locais abertos na Capital, tendo em vista que bares e estádios de futebol já estão recebendo um grande número de pessoas e a maioria, sem fazer uso do item de segurança.
“Tornei o uso facultativo. Os que quiserem continuar usando, continuam. Os que não quiserem… temos que largar de ser medíocres. Se fosse assim, teria que prender e multar todo mundo na rua. Quando você anda nas ruas, de 60% a 70% das pessoas não estão usando máscaras [...] Aí o cara vai para a boate, vai para o estádio, campo de futebol, não sei onde e lá estão todos sem máscara. Vamos ser realistas. Eu não consigo ser medíocre. Era um absurdo, as vezes as pessoas gostam de leis que não são cumpridas. Ninguém usava. Seria mediocridade manter legislação”, disse em entrevista à Rádio CBN Cuiabá.
A flexibilização do uso da máscara, que já havia sido cogitada para acontecer no mês de dezembro em Mato Grosso, foi criticada pelo secretário de Saúde do Estado, Gilberto Figueiredo, que acredita que isso pode estimular a população a achar que a pandemia acabou.
“Eu acho que em áreas externas, a pessoa andando sozinha, não tem grandes complicações. O grande problema neste momento é que essas flexibilizações começam a estimular a população como se a pandemia tivesse acabado. Então, eu vejo com preocupação, nós ainda não atingimos a meta que é de imunizar 90% da população”, alertou o secretário durante entrevista coletiva no último dia 22.
Gilberto defende que a suspensão da obrigatoriedade no uso da máscara aconteça somente quando o Estado alcançar 90% da população imunizada contra a covid-19.
Leia mais: "Eu vejo com preocupação", diz Gilberto sobre flexibilidade adotada em municípios
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