Ao participar de live promovida pela corretora Avenue, Stuhlberger avaliou que a pausa no confronto se estenderia, ao menos, até as eleições de meio de mandato nos EUA, que ocorrem em 3 de novembro. Isso porque, ao contrário de outros conflitos, que aumentaram a popularidade dos presidentes em exercício, o atual é a que trouxe menor aprovação para a administração Trump, observou o gestor.
"Se algo não for feito, o Partido Republicano corre o risco de perder a House Câmara dos Deputados e o Senado", alertou. Ele ainda cogitou, em um cenário hipotético, a seleção iraniana em campo nos EUA e ovacionada por opositores do governo Trump, como os democratas.
Sobre os impactos econômicos da guerra, além da pressão fiscal em diversos países, que elevaram gastos com defesa, Stuhlberger avaliou que o efeito maior se deu sobre a inflação, mais do que na atividade, embora o mundo não esteja "inflacionista".
"Há inflação de petróleo e bens industriais, mas salários e aluguéis estão sob controle e vivemos em mundo onde a Ásia é grande exportador de deflação", observou.
(Com Agência Estado)
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