Política Segunda-feira, 15 de Agosto de 2011, 18:16 - A | A

Segunda-feira, 15 de Agosto de 2011, 18h:16 - A | A

Senador Blairo Maggi sai em defesa da privatização da Sanecap

Outro senador por Mato Grosso, Pedro Taques (PDT), diz ser contrário ao que ele chama de "privatização" do sistema de água e esgoto na Capital

HÉRICA TEIXEIRA
herica@hipernoticias.com.br

José Cruz/ABr

Senador republicano voltou a defender o afilhado Luiz Antônio Pagot, ex-diretor do Dnit

O senador por Mato Grosso Blairo Maggi (PR) saiu em defesa da concessão para iniciativa privada dos serviços de água e esgoto da Capital. A mudança de regra partiu de um projeto do Executivo e aprovado pelos vereadores em 12 de julho, sancionado depois pelo prefeito em exercício, Julio Pinheiro (PTB), o que causou protestos em Cuiabá.

Blairo Maggi acredita que com a concessão, os serviços irão atender a maioria de população, já que o município, segundo o senador, não tem os recursos para melhorar o sistema.

“Pelo o que fiquei sabendo até agora seriam necessários mais de um R$ 1 bilhão para solucionar os problemas de abastecimento e saneamento em Cuiabá. E até onde eu sei o município não dispõe desses recursos para investir, o Estado também não, e o governo federal também não tem como investir tudo isso. Então eu vejo que o caminho é partir para concessão, a exemplo do que já foi feito com outros serviços como o transporte aéreo, a energia elétrica, o transporte coletivo, entre outros”, argumentou.

Maggi falou na manhã desta segunda-feira (15) durante encontro da Comissão de Turismo e Desportos, no auditório Milton Figueiredo, da Assembleia Legislativa.

Já o senador Pedro Taques (PDT) disse que  não é favorável à concessão dos serviços de água e esgoto por considerar o sistema fundamental à população. “Eu sou contra a privatização da água, pois é um bem público. Algumas atividades do Estado não podem ser privatizadas, é a minha opinião”,defendeu.

OPINIÕES CONTRÁRIAS

O senador Blairo Maggi voltou a defender o ex-diretor do Dnit Luiz Antônio Pagot e acrescentou a importância do cargo ser comandado por um mato-grossense. "A saída de Pagot foi uma perda para o Estado. As obras de mobilidade urbana estão atrasadas", afirmou.

Já o senador Pedro Taques disse que ninguém é insubstituível e que saída de Pagot não vai influenciar em nada no Estado de Mato Grosso. "O Estado não vai ficar sem as obras de infraestrutura. Vamos apoiar a faxina. Temos que acabar com a corrupção", defendeu.

Clique aqui  e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.

Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.

Siga-nos no TWITTER e acompanhe as notícias em primeira mão.

Comente esta notícia


Algo errado nesta matéria ?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros