O secretário de Estado Saúde (SES-MT), Gilberto Figueiredo (União Brasil), afirmou que o início dos atendimentos do Hospital Central (HC), em Cuiabá, vai ajudar a reduzir os gargalos, mas destacou que o déficit de atendimentos em Mato Grosso só será resolvido com a entrega de unidades que estão em construção no interior do estado.
Segundo o secretário, seis hospitais regionais avançam para suprir os vazios assistenciais e ampliar a oferta de leitos. As unidades estão em obras nas cidades de Alta Floresta, Juína, Confresa e Tangará da Serra, além do Hospital Universitário Júlio Müller (HUJM) também na Capital. Gilberto ainda adiantou que a pasta está na fase de projeto o hospital de Pontes e Lacerda.
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"Não está 100% resolvido porque estamos construindo, ao todo, seis hospitais no estado. Esses hospitais estão sendo construídos justamente para preencher vazios assistenciais e alcançarmos o número de leitos ideal, para que nenhum paciente fique sem atendimento em Mato Grosso”, falou o secretário à TV Vila Real nesta segunda-feira (19).
Figueiredo ressaltou que o Hospital Central terá impacto imediato na rede de saúde, com a oferta de 200 leitos, sendo 60 leitos de Unidade de Tratamento Intensivo (UTI).
"O Hospital Central entra em operação e isso melhora de forma substancial. No entanto, a cobertura total da assistência só acontece com a inauguração dos hospitais que estão sendo construídos no interior", afirmou.
A previsão é de que o hospital de Alta Floresta seja entregue em março, descentralizando o atendimento. Mas explicou que parte dos pacientes continuarão que viajar para a Capital para tratamentos de alta complexidade no HC pois "não é possível manter todo o acervo de especialistas em todas as regiões".
O Hospital Central será administrado nos próximos cinco anos pela Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein. Foram contratados 1,7 mil profissionais para receber os pacientes, sendo que 350 são médicos. Foram investidos R$ 550 milhões pela gestão do governador Mauro Mendes (União Brasil) para a edificação do prédio e compra de equipamentos. O custo mensal estimado para o governo é de R$ 34 milhões.
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