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Política Quinta-feira, 09 de Abril de 2026, 15:56 - A | A

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Quinta-feira, 09 de Abril de 2026, 15h:56 - A | A

"TENHO FEITO MINHA PARTE"

Pivetta tenta conter racha no grupo e busca diálogo com Jayme Campos; veja vídeo

O senador tenta viabilizar candidatura pelo União Brasil, dividindo o partido presidido por Mauro Mendes, apoiador de Otaviano

CAMILA RIBEIRO
Da Redação

O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) afirmou que tem concentrado esforços para manter a unidade do grupo político visando as eleições de 2026. Em um movimento de aproximação, Pivetta procurou o senador Jayme Campos (UB) para dialogar, na tentativa de diminuir o racha provocado pela pré-candidatura do senador ao Palácio Paiaguás.

O impasse ocorre dentro da federação União Progressista (UB/PP). Jayme tenta viabilizar seu nome na disputa majoritária, contrariando o posicionamento do ex-governador Mauro Mendes, atual presidente do União Brasil em Mato Grosso. Mendes já afiançou publicamente seu apoio à candidatura de Pivetta, o que gerou dissensão interna.

"Eu tenho procurado conversar com o Jayme. Respeito muito ele e o Júlio, ele tem uma história muito densa na política mato-grossense. Tenho feito a minha parte, procurando conversar", declarou Pivetta em tom conciliador.

A tensão chegou ao ápice quando Jayme Campos ameaçou deixar a legenda, movimento que seria acompanhado pelo seu irmão, o deputado estadual Júlio Campos (UB). Diante da instabilidade, o deputado Júlio foi sondado pelo Podemos, enquanto Jayme recebeu convites formais do PSD, MDB e PSB.

Apesar das sondagens, os irmãos Campos mantiveram o vínculo com o União Brasil. No entanto, o senador não recuou de suas pretensões eleitorais e segue insistindo na pré-candidatura, o que mantém o grupo de apoio ao governo em estado de alerta.

Ao reconhecer a capilaridade política e a experiência de Jayme, que também já governou o estado, Pivetta repassou a responsabilidade da definição aos eleitores. O governador sugeriu que, caso não haja um consenso na mesa de negociações, a disputa será resolvida nas urnas.

"Política é assim, o que não dá para compor a gente vai conversar com o povo e lá na frente vai ser decidido de alguma maneira", concluiu o governador.

VEJA VÍDEO

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