A gestão do governador Otaviano Pivetta (Republicanos) em Mato Grosso é aprovada por 53% dos eleitores e desaprovada por 12%, conforme apontam os dados da pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (25). O levantamento revela ainda que a maioria do eleitorado, correspondente a 55%, avalia que Mauro Mendes (União) merece eleger um sucessor na chefia do Executivo estadual.
A análise da qualidade da administração estadual mostra um cenário de equilíbrio na percepção dos mato-grossenses. De acordo com o relatório, 36% dos eleitores classificaram a gestão como positiva, enquanto 36% a definem como regular.
A avaliação negativa é de 7%, ao passo que 21% não souberam ou não responderam sobre a qualidade do governo. Já com a aprovação direta do governador Pivetta, a taxa de entrevistados que não soube ou preferiu não responder soma 35%.
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O capital político e o legado da liderança de Mauro Mendes também foram mensurados na pesquisa: 55% dos entrevistados concordam que ele merece eleger um sucessor, em contrapartida a 26% que avaliam que não.
RUMOS E DESAFIOS DO ESTADO
A divisão observada na avaliação de qualidade do governo se reflete de maneira semelhante nas expectativas do eleitorado sobre o futuro de Mato Grosso. Quando questionados sobre a direção que o próximo governo deve adotar, a maior parcela, equivalente a 34% dos eleitores, defende que o sucessor deve mudar apenas o que não está bom.
Outros 32% opinam pela continuidade integral do trabalho atual, enquanto 29% consideram necessária uma mudança total de rumo no estado. O percentual dos que não souberam ou não responderam a essa pergunta foi de 5%.
Acerca dos problemas mais urgentes apontados pela população, a Saúde foi apontada como o principal entrave de Mato Grosso, liderando a lista de forma isolada. Confira:
Saúde: 34%
Violência: 13%
Corrupção: 10%
Infraestrutura: 9%
Economia: 8%
Educação: 4%
Pobreza e desigualdade: 3%
Desemprego: 2%
Um grupo de 8% não soube ou não respondeu.
A pesquisa Quaest realizou 804 entrevistas presenciais com eleitores de 16 anos ou mais entre os dias 21 e 24 de agosto. O nível de confiança estatística do levantamento é de 95%, e a margem de erro estimada é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.
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