Na ocasião, a educadora recomendou biografias de Adolf Hitler e Benito Mussolini. A Seduc-SP informou que determinou a cessação da função exercida pela servidora e instaurou uma apuração para verificar os fatos e as circunstâncias envolvendo as declarações. O Estadão busca contato com Roselaine Batalha Silva. O espaço permanece aberto para manifestações.
Em nota, a secretaria afirmou que não compactua com manifestações contrárias aos princípios e valores que orientam a educação pública paulista. A pasta ressaltou ainda que as declarações atribuídas à educadora não representam seu posicionamento.
"A Seduc-SP reforça que não compactua com manifestações que contrariem os princípios e valores que orientam a educação pública do Estado de São Paulo e que a declaração não representa, em hipótese alguma, o posicionamento da pasta", afirmou a secretaria.
O Ministério Público de São Paulo (MPSP) informou que recebeu uma representação apresentada pelo Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp). Segundo o órgão, o expediente foi distribuído nesta quarta-feira, 26, à Promotoria de Justiça da área de Educação de Mogi das Cruzes, que vai investigar os fatos para avaliar a adoção das medidas legais cabíveis.
(Com Agência Estado)
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