Terça-feira, 03 de Novembro de 2026
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

00:00:00

image
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png

00:00:00

image
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

Política Terça-feira, 03 de Novembro de 2026, 14:11 - A | A

facebook instagram twitter youtube whatsapp

Terça-feira, 03 de Novembro de 2026, 14h:11 - A | A

UNANIMIDADE

Pastor da Universal, vereador emplaca moção de repúdio contra "censura" a desenhos bíblicos

A proposta do vereador de Cuiabá, Eduardo Magalhães, contra medida do Ministério da Justiça que retirou classicação livre dos desenhos exibidos na Record recebeu 19 votos

CAMILA RIBEIRO
DA REDAÇÃO

Donatto Aquino/Câmara de Cuiabá

Eduardo Magalhães

A Câmara de Cuiabá aprovou, por 19 votos, uma moção de repúdio ao Ministério da Justiça e Segurança Pública pela mudança na classificação indicativa dos desenhos bíblicos exibidos pela Record. A proposta foi apresentada pelo vereador Eduardo Magalhães (Republicanos), pastor da Igreja Universal do Reino de Deus, durante sessão realizada nesta terça-feira (3).

O documento questiona a Portaria nº 2.272, de 28 de outubro de 2026, que alterou de livre para não recomendado para menores de 12 anos a classificação do programa Record Kids – Desenhos Bíblicos. Com a mudança, a recomendação de exibição na televisão aberta passou a ser a partir das 20h.

Durante a defesa da moção, Eduardo afirmou que a decisão representa uma atitude preconceituosa contra os evangélicos. O vereador questionou os critérios utilizados pelo ministério.

"Há 20 anos nesse país, todos os domingos, passam desenhos bíblicos. O Ministério da Justiça tomou a decisão de classificar esse desenho para maiores de 12 anos. Ou seja, só pode passar acima das 20h. E o Carnaval, faixa etária de 10 anos, é livre, pode passar qualquer hora", argumentou Eduardo. 

A manifestação recebeu apoio de Rafael Ranalli (PL) que classificou a medida como um exemplo de "cristofobia" e questionou o tratamento dado a conteúdos religiosos em comparação com aos do Carnaval. "Rebolar no meio da manhã pode, falar putaria nas novelas pode. Agora, desenho de Jesus não pode, é ofensivo. Desenho de Cristo não pode", disparou Ranalli. 

A atual presidente da Câmara, Paula Calil (PL), fez coro com Ranalli. Ela disse que o país enfrenta uma "guerra espiritual", retomando a narrativa do "mal contra o bem", pregada pela extrema-direita.

"Nós sabemos que vivemos tempo difíceis. Há uma guerra espiritual onde o governo já começou a tomar providências sobre a perseguição aos cristãos. O desfecho ajuda na formação, contribui com a formação a esses jovens, trazendo o amor, o repsreito ao próximo e o perdão", disse Paula. 

O presidente eleito Ilde Taques (Podemos) também criticou a medida e fez referência aos incentivos do presidente Lula (PT) ao desfile na Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro. "Eles zombaram dos evabngélicos. Eles vão sim perseguir quem acredita em Deus", concluiu Ilde. 

VEJA VÍDEO

Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.

Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.

Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM  e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.

Comente esta notícia

Algo errado nesta matéria ?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros