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Política Segunda-feira, 26 de Janeiro de 2026, 09:12 - A | A

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Segunda-feira, 26 de Janeiro de 2026, 09h:12 - A | A

GUINADA À ESQUERDA  

Natasha se diz confortável em ser candidata de Lula em MT; assista

Médica minimiza "arestas" com o PT e critica postura do Governo do Estado sobre direitos constitucionais do funcionalismo

ALINE COÊLHO
DA REDAÇÃO/ DO LOCAL

A pré-candidata ao Governo de Mato Grosso, Natasha Slhessarenko (PSD), ‘fincou’ posição como o principal nome do arco de alianças liderado pelo presidente Lula no estado. A médica se colocou como candidata do campo progressista, disse estar confortável em dividir palanque com o presidente Lula (PT) e ainda disparou críticas ao governador Mauro Mendes (UB) pela queda de braço com os servidores por conta da Revisão Geral Anual (RGA). 

Apesar de pertencer ao PSD, partido que ela mesmo define como de centro, Natasha confirmou que seu nome foi referendado por lideranças nacionais do PT, como o presidente da sigla, Edinho Silva. A médica ainda minimizou eventuais resistências de alas mais à esquerda dentro da Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV) . 

"A Federação Brasil da Esperança já referendou o meu nome. Me sinto muito acolhida e confortável nessa posição de defender os partidos progressistas junto com o PSD e ser a candidata do Lula aqui no estado", afirmou Natasha na semana passada.

Sobre as críticas internas que vinha recebendo de setores da esquerda, incluindo de lideranças da Federação, ela admitiu que "algumas arestas ainda precisam ser aparadas", mas classificou os ajustes como "coisas muito pequenas" que já estão sendo resolvidas através do diálogo.

CRÍTICA AO GOVERNO

Natasha, que é servidora pública federal há 23 anos, fortaleceu o discurso de esquerda ao utilizar sua experiência pessoal para marcar um contraponto ao governador Mauro Mendes.

Em um ataque direto à postura do Governo frente ao funcionalismo público, durante a queda de braço da RGA, Natasha classificou como "triste" a falta de abertura para negociações salariais e o não cumprimento de direitos que considera constitucionais.

"Vejo com muita tristeza não abrir diálogo, não pagar o que é um direito constitucional para quem faz a máquina do Estado funcionar, seja na saúde, educação ou segurança. Isso não pode", pontuou a pré-candidata.  

VEJA O VÍDEO

   

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