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Política Quinta-feira, 17 de Setembro de 2026, 18:02 - A | A

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Quinta-feira, 17 de Setembro de 2026, 18h:02 - A | A

INCLUSÃO E ASSISTÊNCIA

Max defende ampliar atendimento a crianças neurodivergentes no interior de MT

Presidente da ALMT e candidato à reeleição apontou escassez de profissionais especializados no interior e defendeu articulação com o Estado para estruturar o atendimento

DA REDAÇÃO

Assessoria

MAX RUSSI.jpeg

O deputado estadual Max Russi (Podemos), presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) e candidato à reeleição, defendeu a ampliação da rede de atendimento às crianças neurodivergentes em Mato Grosso. Durante encontro com psicólogos, assistentes sociais e servidores da área, no Comitê 20000, na noite desta quarta-feira (16), Max apontou a necessidade de aumentar a oferta de psicólogos, fonoaudiólogos e outros profissionais especializados, principalmente no interior.

Segundo o parlamentar, a demanda tem aparecido com frequência durante as agendas realizadas pelos municípios. Por isso, Max afirmou que pretende ampliar o diálogo para estruturar uma política pública estadual capaz de apoiar as prefeituras e garantir atendimento às famílias.

Max também disse que tem tratado do tema com o governador e candidato à reeleição, Otaviano Pivetta (Republicanos) e defendeu que o Estado amplie sua participação na estruturação desse atendimento.

“Precisamos avançar nessa política pública. É uma necessidade do nosso estado. Se temos dificuldades na capital, imagine no interior, onde é ainda mais difícil encontrar profissionais. Precisamos construir algo que consiga chegar aos municípios de Mato Grosso”, acrescentou.

A defesa de uma política estadual para pessoas neurodivergentes reforça um posicionamento apresentado por Max ainda durante a pré-campanha.

Em julho, após visitar um projeto social, em Cuiabá, o parlamentar afirmou que políticas públicas voltadas às pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e suas famílias deveriam integrar os planos de governo discutidos para 2026.

Agora, no encontro com os profissionais da assistência, Max voltou a abordar a necessidade de transformar a demanda em uma política pública estruturada. Ele chamou atenção, sobretudo, para as dificuldades enfrentadas pelas famílias de menor renda.

“Quanto mais humilde a família, maior é a dificuldade. Muitas mães não conseguem trabalhar porque não têm onde deixar o filho, não conseguem o tratamento, o laudo ou o cuidado necessário. Nós precisamos enfrentar isso”, afirmou.

ASSISTÊNCIA SOCIAL

O encontro também reuniu o secretário de Estado de Assistência Social, Klebson Gomes Haagsma, Gisela Simona (União), candidata a vice-governadora na chapa de Otaviano Pivetta (Republicanos), e Elson Ramos (Podemos), candidato a suplente de senador na chapa de Mauro Mendes (União).

Gisela também abordou a necessidade de ampliar as políticas destinadas às pessoas neurodivergentes e às pessoas com deficiência.

Segundo ela, essa construção passa pela escuta dos profissionais que conhecem de perto as necessidades da população.

“Não tem outra fórmula mágica de fazer gestão. É ouvir, fazer uma escuta ativa das pessoas que são beneficiadas pelo serviço público”, afirmou.

 

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