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Política Segunda-feira, 24 de Junho de 2024, 12:26 - A | A

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Segunda-feira, 24 de Junho de 2024, 12h:26 - A | A

DISCUSSÃO NO SENADO

Mauro é favorável à legalização de cassinos e jogos de azar: "precisamos parar de ser hipócritas"

Governador minimizou os impactos da medida, destacando que as atividades já ocorrem no país mesmo sem autorização

CAMILA RIBEIRO
Da Redação

O governador Mauro Mendes (União Brasil) disse que a proibição dos jogos de azar no Brasil é uma "hipocrisia". Com discurso favorável ao projeto de lei 2.234/2022, que legaliza a abertura de cassinos e jogos de azar no país, como bingo e jogo do bicho, Mauro minimizou os impactos da medida, destacando que as atividades já ocorrem mesmo sem autorização. A discussão em torno do PL está aquecida depois de ser aprovado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado na última quarta-feira (19). 

"Não conheço o projeto de lei, não conheço a amplitude dele, nem todos os seus desdobramentos, prefiro conhecer um pouco mais e, depois, opiniar. Mas posso dizer preliminarmente que nós precisamos parar de ser hipócritas nesse país. O jogo do bicho está acontecendo de norte a sul, de leste a oeste há décadas nesse país. Então, já que acontece na cara e barba de todos os governos que passaram, é melhor legalizar", disparou o governador à imprensa na sexta-feira (21). 

O secretário-chefe da Casa Civil, Fabio Garcia (União Brasil), tem um posicionamento parcial sobre a regulamentação. O deputado federal licenciado debateu o PL na Câmara e no Senado. Ele afirmou que é favorável com a condição de que haja o incentivo para que as casas de jogos sejam instaladas em municípios com baixos Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), gerando oportunidades de emprego e renda.  

"Acredito que a legalização seja feita em locais com IDH baixo, em locais com dificuldade de gerar emprego para as pessoas melhorarem de renda. Acho válido, porque os jogos de azar já acontecem no Brasil de forma ilegal, é uma realidade que muita gente não quer ver, mas acontece. Você legalizar é uma forma de controlar e dizer o que é legal e o que não é legal. Essa legalização tem que obrigar novos investimentos em locais e regiões com dificuldade", opinou o chefe da Casa Civil. 

Garcia citou cidades dos Estados Unidos que abriram a oportunidade para reservas indígenas se beneficiarem com a arredacação de impostos oriunda dos jogos de azar. 

"Nos EUA, por exemplo, isso foi feito em reservas indígenas. Uma forma de você oferecer renda. Aqui no Brasil, defendo que seja nos municípios com baixíssimos IDH e que sejam novos investimento. Pra mim, não vale à pena você pegar um hotel pronto e colocar uma sala de jogos, isso não gera investimentos. Tem que pegar um local com baixo IDH, que você tem dificuldade de gerar oportunidade, colocar ali uma fonte de nova oportunidade para essas pessoas e a região", finalizou Fabio. 

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