A vereadora por Cuiabá Edna Sampaio (PT) disse que irá ingressar com representações contra o presidente da Comissão de Ética da Câmara, Rodrigo Arruda e Sá, pela condução do processo contra ela e contra Dilemário Alencar (Podemos) por violência política de gênero. A parlamentar alega ser vítima de um 'golpe'. Segundo ela, o parecer da Comissão de Ética que pede por sua cassação, suspendido pelo Tribunal de Justiça (TJMT), é oriundo de perseguição política e racismo.
"Percebi que era um golpe justamente porque o processo estava eivado de cercamento da nossa defesa. Quando vim para a oitiva, vim com o material para apresentar e não pude apresentar a partir das questões que eles formulavam", declarou a vereadora durante coletiva de imprensa nesta segunda-feira (21).
Edna mais uma vez negou a prática de "rachadinha", conforme denúncia do líder do governo no Legislativo, Luís Cláudio (PP), e confirmou que mantém o repasse da verba indenizatória da chefe de gabinete a conta do chamado "mandato coletivo".
A parlamentar também falou que a avaliação jurídica da Comissão de Ética reduz a credibilidade da Câmara de Cuiabá.
"Com o parecer da Comissão a única coisa que me ocorreu é que não é possível que uma Casa com 25 cereadores, os 25 ou 20 iriam concordar com essa aberração jurídica que, inclusive, joga à Câmara Municipal na lama", falou Edna Sampaio.
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