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Política Terça-feira, 10 de Março de 2026, 18:18 - A | A

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Terça-feira, 10 de Março de 2026, 18h:18 - A | A

FILIADA AO PL

Secretária é exonerada após áudio com fala homofóbica contra vereador; ouça

Ex-secretária de Cultura criticou participação de parlamentar em evento para mulheres; Câmara aprovou moção de repúdio.

DA REDAÇÃO

O prefeito de Confresa, Ricardo Aloisio Babinski (MDB), exonerou a então secretária municipal de Cultura, Evirlene Sipauba Costa (PL), após a repercussão de um áudio com comentários considerados homofóbicos direcionados ao vereador Marcelo Silva de Souza (PSB). A exoneração foi oficializada por meio de portaria publicada no Diário dos Municípios na última sexta-feira (6), determinando o desligamento imediato da servidora do cargo comissionado que ocupava na administração do município, a cerca de 1.050 km da capital. 

Na gravação, que circulou nas redes sociais, Evirlene questiona a participação do parlamentar como palestrante em um evento voltado ao público feminino. O encontro foi realizado em comemoração ao Dia Internacional da Mulher e reuniu mulheres ligadas ao agronegócio no município.

No áudio, a então secretária afirma não entender a presença do vereador no evento. “Não entendi, um homem que nem gosta de mulher, casado com outro, e palestrando para as mulheres. Onde que a gente chegou?”, disse na gravação.

REAÇÃO

Após a divulgação do áudio, o vereador Marcelinho publicou uma nota classificando a fala como discriminatória e inaceitável. Segundo ele, manifestações desse tipo contrariam os princípios de respeito e diversidade que devem orientar a atuação no serviço público.

A Câmara Municipal de Confresa também reagiu ao caso e aprovou por unanimidade uma Moção de Repúdio contra a então secretária. No documento, os vereadores destacaram que atitudes discriminatórias são incompatíveis com a função pública, especialmente em cargos ligados à formulação de políticas culturais.

“É inadmissível que um agente público responsável por conduzir políticas culturais, que devem promover diversidade, inclusão e respeito, utilize manifestações discriminatórias contra qualquer cidadão”, diz trecho da moção.

Após a repercussão do caso, Evirlene se manifestou nas redes sociais afirmando que não pretende fugir das consequências de suas declarações. 

OUÇA:

 

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