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Política Quinta-feira, 06 de Julho de 2023, 18:40 - A | A

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Quinta-feira, 06 de Julho de 2023, 18h:40 - A | A

REFORMA TRIBUTÁRIA

Coronel Fernanda desabona PEC 45 por citar "meio ambiente" e retirar incentivos da indústria

Seguindo orientação de Bolsonaro, deputada mato-grossense irá votar contra a normativa

CAMILA RIBEIRO
Da Redação

A deputada federal Coronel Fernanda (PL) desabonou o trecho da PEC 45/2019, a Reforma Tributária, que discute a cotação de impostos voltados ao meio ambiente. Para a deputada, a temática não deve ser debatida junto à reforma, o que considerou uma limitação, com apenas 12 citações sobre o termo. A bolsonarista ainda criticou a retirada de incentivos fiscais à indústria

“Meio ambiente, a gente trata em outra lei, e não na Reforma Tributária. A forma como está escrita aqui vai acabar punindo o cidadão, fazendo distinção entre pessoas”, apontou a mato-grossense.

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Seguindo a orientação do ex-presidente Jair Bolsonaro à bancada do Partido Liberal durante reunião no comitê da sigla, em Brasília, nesta quinta-feira (6), a coronel afirmou que irá votar contra. Sem mencionar a ordem do “capitão”, Fernanda justificou que os deputados receberam o texto perto da meia-noite desta quarta e a normativa não foi amplamente debatida.

“Está sendo tratado a toque de caixa, no apagar das luzes, precisamos mostrar ao Brasil e aos parlamentares o que está no texto”, disse a coronel.

“Matéria tributária precisa de muita leitura e entendimento. Só de se falar que hoje acabou os regimes fiscais entre regiões (sic), estamos condenando algumas regiões do Brasil ao fracasso, pois temos regiões que precisam de melhorias para que a indústria possa chegar neste Estado e a população ter qualidade de vida”, cobrou a deputada.

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Após citar a retirada de incentivos para a implantação de novas empresas em cidades em desenvolvimento, Fernanda cobrou a implantação da reforma administrativa, medida que atingiria diretamente o governo Lula (PT).

“Devemos trabalhar também a reforma administrativa, desinchando o governo. Não podemos mais pagar pelas benesses do governo federal. Hoje, 37 ministério. Antes, eram 20 e poucos, e estão querendo atribuir mais impostos ao povo brasileiro”, provocou Fernanda. 

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