Quarta-feira, 23 de Setembro de 2026
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

00:00:00

image
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png

00:00:00

image
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

Política Quarta-feira, 23 de Setembro de 2026, 17:51 - A | A

facebook instagram twitter youtube whatsapp

Quarta-feira, 23 de Setembro de 2026, 17h:51 - A | A

CHAPA ÚNICA

Comissão da AMM afirma que todos os ritos foram cumpridos e rejeita risco de anulação

Presidente da Comissão Eleitoral, Alexandre Lopes explicou que cédulas dos gestores remanescentes ficarão lacradas junto com as anteriores até nova deliberação da Justiça

BIANCA MORTELARO
Da redação

Reprodução

ALEXANDRE LOPES

O prefeito de Campo Verde, Alexandre Lopes (União Brasil), presidente da Comissão Eleitoral da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), afirmou que a eleição para a presidência da entidade foi retomada nesta quarta-feira (23) em cumprimento às determinações do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). A votação complementar ocorre para que os prefeitos que não participaram da primeira etapa, realizada no dia 16 de setembro, possam registrar seus votos, que permanecerão em urnas lacradas até nova decisão judicial.

“Estamos retomando o pleito, já está aberta a votação para os prefeitos que não votaram naquele dia, no último dia 16. A partir do momento que nós finalizarmos o processo eleitoral, nós iremos lacrar a urna também e deixar ela acomodada, devidamente direcionada para que a Justiça, a partir do momento que decida, faça a contagem e a homologação conforme o rito processual da eleição”, afirmou Alexandre em entrevista à imprensa.

LEIA MAIS: AMM retoma eleição da presidência, mas TJ proíbe contagem de votos

A primeira votação foi interrompida por determinação judicial quando 99 dos 142 municípios associados já haviam registrado seus votos. Com a decisão do desembargador Hélio Nishiyama, a Comissão Eleitoral foi autorizada a colher os votos restantes, mas sem realizar a abertura das urnas, contagem ou divulgação do resultado. Os votos das duas etapas deverão permanecer preservados até uma nova deliberação do TJMT.

Alexandre Lopes destacou que a retomada busca garantir o direito de participação dos gestores que ainda não haviam votado.

“Para que não se prejudique o pleito, a Justiça determinou que retomemos a votação, colhesse esses 40 possíveis votos que ainda estavam por votar, e aí lacra-se a urna e espera a decisão judicial, considerando que isso ainda não foi definido pela Justiça, sequer, quem vai relatar isso. Então, nós estamos cumprindo isso”, disse.

LEIA MAIS: Comissão diz que 99 prefeitos votaram antes de suspensão de eleição na AMM

Segundo o presidente da comissão, a eventual apuração deverá ocorrer posteriormente, sob acompanhamento das partes envolvidas e de representantes da Justiça, conforme os procedimentos definidos para a preservação das cédulas.

“A contagem, propriamente dita, eu diria que será feita pela Comissão Eleitoral, juntamente com testemunhas, tanto da AMM como também das partes que requerem ou requeridas, e também agentes da Justiça. Essas urnas ficarão em posse do jurídico, como ela está lacrada e bem acomodada, isso não tem nenhum problema”, explicou.

A eleição para o triênio 2027-2029 conta com chapa única, encabeçada pelo atual presidente da AMM, Hemerson Máximo, ex-prefeito de Colíder, pela chapa “AMM + Forte e Presente”.

Alexandre Lopes afirmou que, enquanto presidente da Comissão Eleitoral, evita fazer avaliações sobre a movimentação política em torno do processo e destacou que, na avaliação da comissão, os procedimentos previstos foram cumpridos.

“É chapa única, a gente percebe a movimentação eleitoral muito coesa. Agora, qual é a intenção? A gente acaba não sabendo e não podendo falar enquanto participante de uma comissão eleitoral. Mas o que eu diria, enquanto membro da comissão, é que todos os ritos foram devidamente cumpridos, desde os prazos até as entregas documentais, isso aí a gente tem devidamente bem encaminhado”, afirmou.

Questionado sobre a possibilidade de uma futura decisão judicial determinar a anulação do processo e a realização de uma nova votação, o prefeito disse acreditar na validade dos atos praticados pela comissão.

“Eu acredito que não [será anulado a eleição], porque os embasamentos técnicos jurídicos que são exigidos foram devidamente bem cumpridos, desde prazos, entregas documentais. Então, todos os ritos que foram devidamente preconizados, foram bem cumpridos”, declarou.

Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.

Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.

Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM  e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.

Comente esta notícia

Algo errado nesta matéria ?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros