Terça-feira, 13 de Outubro de 2026
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

00:00:00

image
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png

00:00:00

image
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

Política Terça-feira, 13 de Outubro de 2026, 16:09 - A | A

facebook instagram twitter youtube whatsapp

Terça-feira, 13 de Outubro de 2026, 16h:09 - A | A

REVENDO O CAMINHO

Coligação de Lula admite falhas na comunicação, mas alega alcance desigual nas redes sociais

Representantes da campanha dizem que conteúdos da centro-esquerda chegam a menos seguidores e afirmam que a estratégia digital será reforçada no segundo turno

GABRIEL BARBOSA/ MARYELLE CAMPOS
Da Redação/ Do Local

REPRODUÇÃO

WhatsApp Image 2026-10-13 at 14.23.35.jpeg

A deputada federal eleita Rosa Neide (PT) e a também candidata Dona Neuma (PV), representantes da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em Mato Grosso admitiram falhas na comunicação com o eleitorado e alegaram que publicações de lideranças da centro-esquerda têm alcance inferior ao de conteúdos ligados à direita nas redes sociais. As declarações foram feitas nesta terça-feira (13), durante coletiva da Federação Brasil da Esperança e de partidos aliados, em Cuiabá.

O grupo afirmou que passou a acompanhar o desempenho das publicações digitais e que o assunto foi discutido com a Meta, empresa responsável por plataformas como Facebook e Instagram. Segundo os representantes da campanha lulista, conteúdos de lideranças da centro-esquerda alcançariam cerca de 20% dos seguidores, enquanto publicações da direita teriam distribuição de até 100%. 

“Os conteúdos, se chega 20% para quem é de centro-esquerda e entrega 100% para quem é de direita”, afirmou a deputada federal eleita Rosa Neide (PT).

LEIA MAIS: Lúdio destaca virada digital como estratégia para segundo turno entre Lula e Flávio

A representante também disse que a campanha passou a contar com acompanhamento tecnológico das publicações e alegou suspeitar de uma atuação coordenada de fora do país. Não foram apresentados, durante o trecho registrado, elementos que comprovem a suposta interferência externa.

Outra participante reconheceu que a divulgação das ações do governo federal e das propostas defendidas pelo campo progressista não teria alcançado o público como os aliados esperavam.

“Nós fomos deficientes, muitas vezes, dentro da comunicação, sim. E isso é notável”, afirmou Dona Neuma (PV), que também foi canditada a deputada federal.

A declaração foi feita durante uma discussão sobre a dificuldade de transformar ações de governos progressistas em reconhecimento eleitoral. Os participantes defenderam que a campanha precisa ampliar a circulação de informações e organizar melhor a atuação nas plataformas digitais.

A estratégia também inclui mobilizar apoiadores para compartilhar conteúdos e combater o que os representantes classificam como notícias falsas. A transcrição, porém, não permite confirmar com segurança todos os números citados pelos participantes sobre o tamanho da rede de mobilização.

A representante afirmou que a campanha nacional discutiu o alcance das publicações com a Meta e acompanha o comportamento dos conteúdos nas plataformas.

“Essas discussões foram feitas. Nós temos um grupo vinculado a um escritório de tecnologia que acompanha, minuto a minuto, as inserções nas redes sociais com força”, declarou Rosa Neide (PT).

Ela também alegou que a campanha identificou problemas que não teriam sido enfrentados com a mesma intensidade no primeiro turno. A gravação não inclui uma resposta da Meta às acusações, nem dados técnicos que permitam avaliar se houve tratamento desigual entre os grupos políticos.

A discussão sobre comunicação digital foi apresentada como parte da tentativa de ampliar a votação de Lula em Mato Grosso. Os aliados afirmaram que pretendem intensificar a mobilização nos municípios, estimular o compartilhamento de publicações e alcançar eleitores indecisos e pessoas que não compareceram às urnas no primeiro turno.

A campanha também pretende associar a disputa a temas como programas sociais, saúde, educação e direitos trabalhistas.

Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.

Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.

Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM  e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.

Comente esta notícia

Algo errado nesta matéria ?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros