Polícia Terça-feira, 19 de Janeiro de 2021, 09:01 - A | A

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MANDADO CUMPRIDO

Travesti é presa suspeita de ter matado homem a pauladas em Várzea Grande

LUIS VINICIUS
DA REDAÇÃO

Policiais militares do 4º Batalhão prenderam, na noite de segunda-feira (18), a travesti Camylly Hendny Santana Cruz, 30 anos, no bairro Residencial José Carlos Guimarães, em Várzea Grande. Ela é suspeita de ter assassinado José Alves Ribeiro, 50 anos, no dia 25 de dezembro de 2020. O crime ocorreu na casa da vítima, localizada no bairro Jardim Glória, em Cuiabá.

Alan Cosme/HiperNoticias

delegado caio Albuquerque

A investigação do caso foi presidida pelo delegado Caio Fernando Albuquerque

O corpo de José foi localizado no dia 26 de dezembro. Após a constatação da morte, policiais da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) foram ao local para fazer a liberação do corpo. Na casa, os agentes constataram que o assassino utilizou um pedaço de madeira para matar a vítima.

Depois da liberação do corpo, o delegado Caio Fernando Albuquerque instaurou um inquérito policial (IP) e junto à equipe de investigadores iniciou as investigações do homicídio. Durante os trabalhos, os policiais constatam que Camylly teria cometido o crime.

Diante disso, a travesti foi intimada a prestar depoimento na sede da DHPP, localizada na Avenida Tenente Coronel Duarte (Av. da Prainha), em Cuiabá. Durante a oitiva, ela confessou que matou José a pauladas. A suspeita ainda acrescentou que havia pregos na madeira.

Com a autoria e materialidade, a autoridade policial solicitou à 12ª Vara Criminal de Cuiabá o mandado de prisão contra Camylly. O pedido foi deferido pelo poder Judiciário e a travesti passou a ser foragida da Justiça.

Na noite de segunda-feira, policiais militares relataram que estavam andando pelo bairro quando depararam com a suspeita em atitude suspeita. Diante disso, ela foi abordada e durante os trabalhos, os PMs constataram que havia um mandado de prisão contra a suspeita.

Diante dos fatos, Camylly foi encaminhada à sede da Polinter, em Cuiabá. Ela deverá passar por audiência de custódia, na tarde desta terça-feira (19). 

O IP ainda continua em andamento e após ser finalizado será arremetido ao Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) que analisará o procedimento administrativo e se oferecerá denúncia à suspeita.

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