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Polícia Quarta-feira, 07 de Janeiro de 2026, 17:01 - A | A

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Quarta-feira, 07 de Janeiro de 2026, 17h:01 - A | A

PREJUÍZO EM LIVRAMENTO

Mãe de prefeito admite golpes, diz que errou e reconhece vício no 'tigrinho'

Adriana Nunes Lunguinho de Almeida, mãe do prefeito, Thiago Almeida (UB) reconheceu prejuízos causados às vítimas e ao próprio filho; inquérito tramita na Delegacia Especializada de Estelionato de Várzea Grande

GABRIEL BARBOSA
DA REDAÇÃO

Adriana Nunes Lunguinho de Almeida, mãe do prefeito de Nossa Senhora do Livramento, Thiago Almeida (UB) investigada por aplicar golpes financeiros que causaram prejuízo estimado em mais de R$ 900 mil foi interrogada pela Polícia Civil e reconheceu que errou tanto com as vítimas quanto com o próprio filho. Durante o interrogatório, Adriana também alegou ser dependente de jogos, o que, conforme a investigação, teria contribuído para o agravamento da situação financeira.

De acordo com a Polícia Civil, a investigada responde atualmente ao processo em liberdade, uma vez que não foram identificados, até o momento, os requisitos legais para a prisão em flagrante. No entanto, a persecução penal segue em andamento, e a condição de liberdade pode ser revista a qualquer tempo, caso surjam novos fatos ou haja necessidade técnica que justifique a adoção de medidas mais severas.

LEIA MAIS: Delegado confirma prejuízo milionário com golpes de mãe de prefeito

Ainda conforme a apuração, outras medidas cautelares também poderão ser avaliadas no decorrer do processo, a depender do avanço das investigações e do surgimento de novos elementos.

INQUÉRITO EM DELEGACIA ESPECIALIZADA 

O inquérito foi conduzido pela Delegacia Especializada de Estelionato de Várzea Grande, unidade responsável por apurar crimes dessa natureza. A investigação reuniu depoimentos de vítimas, análise de documentos e interrogatório da investigada para esclarecer o esquema e individualizar responsabilidades.

A Polícia Civil informou ainda que há indícios da existência de outras vítimas, além das já identificadas no inquérito. Pessoas que acreditam ter sido lesadas são orientadas a procurar a delegacia especializada para receber orientações e, se for o caso, formalizar representação criminal.

O caso segue sob investigação e novas diligências não estão descartadas.

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