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Polícia Quinta-feira, 19 de Fevereiro de 2026, 14:27 - A | A

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Quinta-feira, 19 de Fevereiro de 2026, 14h:27 - A | A

MORTA A TIROS

Secretaria de Segurança nega que professora acionou botão do pânico antes de feminicídio

Segundo o órgão, Lucieni usou o recurso em outubro de 2025 dois meses após a Justiça liberar o recurso

CAMILA RIBEIRO
Da Redação

A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT) negou que a professora Lucieni Naves Corrêa, de 51 anos, tenha acionado o botão do pânico nessa segunda-feira (16), data em que foi morta a tiros pelo ex-marido, Paulo Neves Bispo, de 61 anos, no bairro Osmar Cabral, em Cuiabá. De acordo com nota, a Polícia Militar foi chamada por terceiros após o assassinato.

LEIA MAIS: Professora apertou botão do pânico duas vezes antes de ser morta a tiros

Segundo a Sesp, a professora utilizou o botão apenas uma vez, em outubro de 2025, dois meses após receber o recurso da Justiça. À época, Lucieni foi ameaçada pelo ex-marido que descumpriu medidas protetivas para ficar afastado do imóvel da professora.

Na ocasião, os policiais orientaram a vítima a procurar a Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Cuiabá para registrar um novo boletim de ocorrência relatando o descumprimento da medida protetiva.

Com a formalização desse novo boletim, a Polícia Civil comunicou o descumprimento das medidas ao Ministério Público e ao Poder Judiciário, que deferiu uma advertência ao ex-marido e não incluiu acompanhamento pela Patrulha Maria da Penha, permanecendo vigente o botão do pânico.

FUNCIONAMENTO DO BOTÃO DO PÂNICO

Ao acionar o botão do pânico, a Patrulha Maria da Penha é direcionada à casa da mulher com a medida protetiva. Após garantir que a mulher está em segurança, os PMs realizam buscas, quando necessário, e o direcionamento do suspeito à delegacia.

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