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Polícia Quinta-feira, 05 de Novembro de 2026, 10:55 - A | A

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Quinta-feira, 05 de Novembro de 2026, 10h:55 - A | A

SOLTO APÓS FIANÇA

Major da PM preso suspeito de contrabandear mounjaro é comandante de companhia no CPA

O Major foi detido com anabolizantes, canetas emagrecedoras e outros produtos trazidos do Paraguai; oficial pagou fiança de R$ 5 mil e foi solto

DA REDAÇÃO

Reprodução

Major da PM Preso

O major da Polícia Militar Pedro Henrique Silva Garcia, preso durante uma abordagem da Polícia Rodoviária Federal (PRF), é comandante da 8ª Companhia do Comando de Policiamento de Área (CPA), vinculada ao 3º Batalhão da PM, em Mato Grosso. O oficial foi detido na terça-feira (3), em Cuiabá, suspeito de transportar medicamentos e mercadorias importados ilegalmente do Paraguai. Ele foi solto nesta quarta-feira (4), após pagar fiança de R$ 5 mil durante audiência de custódia por videoconferência na Justiça Federal.

A prisão ocorreu durante uma fiscalização no km 387 da BR-364, em frente à Unidade Operacional da PRF, na Capital. Os agentes abordaram um veículo que retornava do país vizinho e encontraram, entre os produtos transportados, anabolizantes, canetas emagrecedoras, hormônios masculinos, ansiolíticos e medicamentos utilizados no tratamento de diabetes.

Também foram apreendidos perfumes importados, cosméticos, suplementos, bebidas alcoólicas e equipamentos eletrônicos sem a documentação fiscal exigida.

Conforme informações da PRF, um dos passageiros assumiu a propriedade das mercadorias consideradas irregulares. Os três ocupantes do veículo, juntamente com os produtos apreendidos, foram encaminhados à Polícia Federal (PF), responsável pela investigação criminal.

LEIA MAIS: PM é preso com anabolizantes e canetas emagrecedoras trazidos do Paraguai

Em nota, a Polícia Militar de Mato Grosso informou que a Corregedoria-Geral instaurou uma sindicância para apurar a participação do oficial na ocorrência. A corporação também comunicou que o policial passou pelos procedimentos legais e aguardava audiência de custódia.

A instituição afirmou que não tolera práticas criminosas entre seus integrantes e ressaltou que a situação será apurada tanto na esfera administrativa quanto na criminal.

O caso é investigado pela Corregedoria-Geral da Polícia Militar, que apura a conduta do oficial, e pela Polícia Federal, responsável pela investigação sobre o transporte das mercadorias e os possíveis crimes de contrabando e descaminho.

LIBERDADE MEDIANTE FIANÇA

O major foi solto nesta quarta-feira (4), após pagar fiança de R$ 5 mil, durante audiência de custódia realizada por videoconferência na Justiça Federal.

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