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Polícia Quarta-feira, 13 de Maio de 2026, 15:31 - A | A

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Quarta-feira, 13 de Maio de 2026, 15h:31 - A | A

TRIBUNAL DO CRIME

Homens trocam tiros com policiais e morrem em covil de facção na zona rural de Barra do Garças

Ação ocorreu em uma propriedade no km 19 da BR-070, local apontado como base de uma facção

DA REDAÇÃO

Dois homens, identificados como Carlos Eduardo Moreira da Cruz, o "Irmão Russo", de 31 anos, e Davi Alexandrino, morreram na manhã desta quarta-feira (13) após entrarem em confronto com equipes da Força Tática na zona rural de Barra do Garças (520 km de Cuiabá). A ação ocorreu em uma propriedade no km 19 da BR-070, local apontado como base de uma facção criminosa para tráfico de drogas, ocultação de armas e realização de "tribunais do crime".

Segundo a PM, os suspeitos reagiram à abordagem disparando contra os militares, que revidaram. Ambos foram socorridos, mas não resistiram aos ferimentos. No local da intervenção, os policiais apreenderam um verdadeiro arsenal e materiais ilícitos, incluindo três revólveres, um simulacro de fuzil, munições e cerca de um quilo de maconha.

Além dos itens ligados ao crime organizado, foi localizada uma motocicleta adulterada e redes de pesca predatória, indicando que a propriedade servia para múltiplas atividades ilegais. Todo o material foi recolhido e encaminhado à Central de Flagrantes para o registro da ocorrência e continuidade das investigações pela Polícia Civil.

O histórico dos envolvidos revela alta periculosidade: Carlos Eduardo acumulava diversas passagens por roubo, ameaça a agentes de segurança e até investigação por feminicídio. Já Davi Alexandrino estava em Mato Grosso há apenas dez dias, tendo fugido de Chapadão do Sul (MS), onde era procurado por tentativa de homicídio.

A ocupação da chácara por esses indivíduos reforça a suspeita de que o local funcionava como um ponto estratégico de apoio para membros de facções em trânsito ou escondidos das autoridades de outros estados.

Com a neutralização dos suspeitos e a apreensão do material, a Polícia Militar espera desarticular células locais que utilizavam a zona rural como refúgio. O caso agora segue para os procedimentos de necropsia no IML, enquanto o inquérito policial deve apurar se havia outros integrantes do grupo utilizando a chácara como base operacional.

*Com informações de Araguaia Notícias

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