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Polícia Quarta-feira, 31 de Outubro de 2018, 15:41 - A | A

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Quarta-feira, 31 de Outubro de 2018, 15h:41 - A | A

OPERAÇÃO CARCARÁ

Empresário que mandou matar prefeito é alvo de operação da Polícia Federal

LUIS VINICIUS

Um dos alvos da “Operação Carcará” deflagrada pela Polícia Federal, o empresário Antônio Pereira Rodrigues Neto, está preso acusado de ter mandado matar o prefeito de Colniza (1.065 km de Cuiabá), Esvandir Antonio Mendes, de 61 anos, em dezembro de 2017. Na ação policial realizada na manhã desta quarta-feira (31), 28 mandados de prisão e busca e apreensão foram cumpridos em cinco estados.

 

Alan Cosme/HiperNoticias

policia federal

 

Neto, segundo informações da Polícia Federal, faz parte de uma organização criminosa com ramificação em Mato Grosso e em São Paulo. A quadrilha importava droga da Bolívia, com alto teor de pureza. O entorpecente era carregado por meio de aeronaves, sendo depositado em Colniza. Da cidade, o entorpecente seguia para o Sudeste em caminhões com fundos falsos, geralmente localizados nos tanques de combustíveis.

 

As investigações apontam que Antônio era o responsável por receber a droga na cidade de Tangará da Serra (240 km de Cuiabá) e despachar o entorpecente por caminhões para São Paulo.

 

O empresário estava preso em uma penitenciária do Estado e teve a prisão decretada novamente. A cidade a qual o acusado está detido, não foi informado pela Polícia Federal. Além do homicídio do prefeito, Antônio deverá responder por tráfico de drogas.

 

Além do empresário, outro mandado de prisão foi cumprido em Mato Grosso. O segundo alvo foi pego em Cuiabá. O nome do detido, no entanto, não foi informado pela Polícia Federal.

 

Os outros 27 mandados foram cumpridos em Mato Grosso do Sul, Goiás, Paraná e São Paulo. As ordens foram expedidas pela 5ª Vara da Justiça Federal de Mato Grosso.

 

Morte de prefeito

 

O prefeito Esvandir foi morto com diversos tiros, dentro de sua Toyota SW4 preta, após ser perseguido por diversos quilômetros por homens que estavam em uma caminhonete. A vítima era acusada de irregularidades com recursos da taxa de iluminação pública e na folha de pagamento dos servidores. Em agosto de 2017, ele chegou a ser afastado do cargo por 90 dias.

 

Após o crime, o empresário e mais dois suspeitos do crime, foram indiciados.

 

Eles respondem pelos crimes de homicídio qualificado por motivo fútil, promessa de recompensa e recurso que impossibilitou a defesa da vítima.

 

À polícia, Antônio, que é apontado como suspeito de ser o mandante do crime, disse ter jogado uma pistola no rio.

 

 

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