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Polícia Sexta-feira, 20 de Fevereiro de 2026, 11:08 - A | A

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Sexta-feira, 20 de Fevereiro de 2026, 11h:08 - A | A

CONFRONTO

Armado com pistola de policial civil, homem reage à PM e acaba morto em Cuiabá

Suspeito reagiu à abordagem da Força Tática com pistola Glock 9mm que pertenceria a um escrivão da Polícia Civil.

APARECIDO CARMO
Da Redação

Um homem ainda não identificado foi morto a tiros após reagir a uma abordagem da Força Tática da Polícia Militar, no bairro CPA II, em Cuiabá. O acusado estava com uma arma de fogo pertencente a um policial civil. O caso foi registrado na madrugada desta sexta-feira (20).

Conforme o registro da ocorrência, a guarnição fazia o patrulhamento na região, por volta da 1h, quando ouviram disparos de arma de fogo na região. Ao se aproximarem da Avenida Brasil, visualizaram um homem portando uma pistola Glock 9mm, em via pública.

Ao perceber a presença da equipe policial, ele ainda tentou escondê-la, mas os militares deram ordem imediata para ele largar a arma. O homem não obedeceu, mesmo tendo recebido ordens para largar o armamento por quatro vezes.

Nesse momento, os militares viram quando ele passou a arma da mão esquerda para a direita, direcionando ela contra os militares. Diante da ameaça concreta, os agentes efetuaram disparos na direção do acusado, que caiu ao solo.

De imediato, foi feito o acionamento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que constatou o óbito do acusado.

Durante o atendimento à ocorrência, os policiais olharam para dentro da residência, que estava com o portão semi aberto, quando viram um carro Fiat Pulse com o motor ligados e as portas abertas.

Durante varredura nos fundos da propriedade, foi encontrado um segundo homem, de 52 anos, e que se apresentou como escrivão da Polícia Civil.

Questionado sobre o que teria ocorrido, ele disse que estava desde quinta-feira (18) junto com o outro acusado fazendo uso de drogas. Disse que não viu quando sua arma foi levada, mas ouviu os disparos e não saiu para fora por temer que estivessem procurando por ele por ser policial.

A cena da morte foi isolada até a chegada da Polícia Civil e da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec). Na sequência, o escrivão foi encaminhado para a Central de Flagrantes, para as providências cabíveis.

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