Sábado, 10 de Outubro de 2026
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

00:00:00

image
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png

00:00:00

image
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

Mundo Sábado, 10 de Outubro de 2026, 14:00 - A | A

facebook instagram twitter youtube whatsapp

Sábado, 10 de Outubro de 2026, 14h:00 - A | A

Trump reclama de não receber Nobel da Paz e alega ter terminado oito guerras

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reclamou, em uma publicação nas redes sociais, de não ter recebido o Nobel da Paz, que foi entregue à sul-africana Navi Pillay, juíza da Corte Internacional de Justiça. Em uma publicação na Truth Social, Trump alegou ter encerrado oito guerras e estar perto de encerrar mais duas, além de recuperar "todos os reféns israelenses".

Trump alegou ter vencido uma guerra na Venezuela, embora o país sul-americano não tenha declarado guerra a nenhuma nação. O americano também disse ter capturado o "ditador violento que governava aquele país de forma tão cruel", em referência a Nicolás Maduro. Sobre o Oriente Médio, o presidente afirmou que impediu o "principal patrocinador estatal do terror, a República Islâmica do Irã, de obter uma Arma Nuclear".

Ao fim, Trump reclamou que nem ele nem os EUA foram agraciados com o prêmio. "no entanto, com tudo isso, eu, ou os Estados Unidos da América, não recebemos o Prêmio Nobel da Paz. UAU!"

Pillay, que ganhou o prêmio, alfinetou o mandatário americano nesta semana. Em seu primeiro discurso após ser anunciada como a laureada deste ano, ela brincou que, se fosse muito aplaudida, talvez tivesse que dividir o prêmio com Trump. A fala faz referência à vencedora da honraria no ano passado, a líder da oposição da Venezuela, María Corina Machado, que presenteou o presidente americano com sua medalha.

Ontem, 9, o governo Trump também impôs novas e abrangentes sanções ao Tribunal Penal Internacional (TPI), onde Pillay atua, como parte de sua campanha para desmantelar a corte, que os Estados Unidos consideram politizada e acusam de tentar processar americanos e israelenses de maneira injusta e ilegal por supostos crimes de guerra.

(Com Agência Estado)

Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.

Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.

Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM  e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.

Comente esta notícia

Algo errado nesta matéria ?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros