A maioria conservadora da Suprema Corte permitiu que o plano de Trump avançasse, mas ainda não decidiu sobre sua legalidade. Sob a ordem executiva de Trump, o Serviço Postal dos EUA (USPS) poderia recusar cédulas de estados que não seguem um estilo uniforme de envelope e não enviam listas de eleitores para um portal online, que ainda estava inativo.
Durante uma audiência, a juíza Indira Talwani questionou o advogado do Departamento de Justiça, Michael Velchik, sobre a capacidade do USPS de implementar o plano de Trump. O portal online, peça-chave do plano, rastrearia milhões de cédulas. Estados teriam que carregar listas de eleitores no portal para que as cédulas fossem entregues. Se os dados não corresponderem aos envelopes, as cédulas não seriam enviadas.
Talwani expressou incerteza sobre a configuração do sistema, afirmando que parecia um "experimento" do governo. Velchik afirmou que o USPS "implementaria totalmente a regra", mas a questão principal é se Talwani tem autoridade legal para interrompê-la. Talwani está considerando estender sua ordem temporária até 10 de setembro. A Carolina do Norte é o primeiro estado a enviar cédulas, com outros rapidamente seguindo.
Em junho, Talwani proibiu a implementação da ordem de Trump para a eleição de novembro, alegando que as mudanças vieram muito perto da votação. No entanto, a Suprema Corte decidiu que a ordem de Talwani era prematura, pois o USPS ainda não havia publicado regulamentos. Isso levou a novos processos por democratas e grupos de direitos de voto, que argumentam que o presidente não tem autoridade para definir regras eleitorais, um poder dos estados e, em alguns casos, do Congresso.
Um relatório de um denunciante alerta que os requisitos do sistema postal podem resultar em milhões de cédulas não enviadas. A nova regra exige que todas as cédulas sejam levadas aos correios antes de serem enviadas, então, se um código de barras registrar erro, todo o lote é descartado, mesmo com cédulas legítimas.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast (Sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado).
(Com Agência Estado)
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