"Este petroleiro está agora a caminho de volta para a Venezuela, e o petróleo será vendido através do 'grande' Acordo de Energia, que criamos para tais vendas", escreveu ele na rede social Truth.
O Olina era "mais um navio-tanque da frota fantasma suspeito de transportar petróleo embargado" e foi apreendido depois de "deixar a Venezuela tentando escapar das forças americanas", disse a chefe do Departamento de Segurança Interna, Kristi Noem, em uma publicação no X.
"A Guarda Costeira apreenderá petroleiros sujeitos a sanções, fará cumprir as leis americanas e internacionais e eliminará essas fontes de financiamento para atividades ilícitas, incluindo o narcoterrorismo", acrescentou.
Esse é o quinto navio interceptado nas últimas semanas.
(Com Agência Estado)
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