Questionado sobre a possibilidade de conversar separadamente com Putin durante uma viagem à Ásia, o republicano respondeu que "faria isso" desde que a Ucrânia fosse incluída na pauta.
Trump destacou ainda que já tem uma reunião agendada com o presidente da China, Xi Jinping, na qual pretende abordar o desarmamento nuclear. "Talvez seja a reunião mais importante de todas", afirmou, acrescentando que a Rússia também deveria participar das discussões sobre a redução dos arsenais.
"Temos o maior número de armas nucleares e a Rússia está em segundo lugar, muito perto. A China está bem atrás, mas nos alcançará em cinco anos", declarou o presidente norte-americano.
Segundo Trump, o desarmamento nuclear é um tema recorrente nas conversas diplomáticas, embora represente um desafio diante da existência de outros países com arsenais atômicos. "É muito perigoso. Se algo pudesse ser feito nesse sentido, seria ótimo", disse, reconhecendo que as negociações não seriam fáceis.
(Com Agência Estado)
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